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Amor e uma... casa de madeira?

Categoria: Alojamento
Comentários: 3
Amor e uma... casa de madeira?

Não, não é uma cabana. Mas é igualmente propícia ao romance. Façamos um pequeno exercício. Feche os olhos, inspire e sinta o aroma milenar mas fresco que é característico da madeira. Agora imagine-se a abrir uma janela e a experimentar, sopradas pela brisa, as mil fragrâncias de um pomar. Não lhe parece um sítio carregado de romance?

Viver numa casa de madeira numa pequena aldeia ecológica pode fazer parte do plano de vida sonhado de muitos jovens amantes da natureza, mas raras vezes é concretizado. E no entanto vivemos num território nacional que, ainda que não tenha sido ultimamente palco de muitas alegrias, se distingue por um clima propício à instalação destas habitações, tão comuns em países que, ao contrário do nosso jardim à beira mar, sofrem condições climatéricas agressivas, como é o caso dos Estados Unidos da América.

As casas de madeira têm um encanto especial, diria que quase místico. Não sei se a forma como as imagino, tão idealizadas, tem que ver com o seu enquadramento, nos meus sonhos, num bosque luxuriante, com um pomar nas traseiras e um rio lá no fundo – uma perfeita simbiose entre o ser humano e o meio ambiente.

Há-as pré-fabricadas e construídas de raiz, mais grandiosas ou modestas, oferecendo as mesmas funcionalidades e confortos idênticos às comuns casas de alvenaria. Ainda assim, aqueles que, apreciando estas habitações, se mostrarem relutantes face à ideia de viver permanentemente numa delas, por qualquer que seja a razão, podem ponderar a hipótese de construir uma casa de madeira como habitação de férias. Ora imagine que está no seu local de férias predilecto, seja ele a serra, a praia ou uma estância de neve (onde, aí sim, abundam os já tradicionais chalés) - não se enquadra uma casa de madeira perfeitamente em qualquer destes cenários?

Com um impacto ambiental restringido, quando comparadas com as nossas construções usuais e os materiais que lhes dão forma, e beneficiando de custos e tempo de construção mais reduzidos face às tradicionais vivendas e construções em altura, pouco separa os que sonham viver ou passar férias numa casa de madeira da sua materialização em realidade. Deixe-se encantar!


Sofia Nunes

Título: Amor e uma... casa de madeira?

Autor: Sofia Nunes (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    21-04-2014 às 16:54:13

    Que linda a sugestão de passar uns tempos numa cabana de madeira a dois. A Rua Direita pensa ser um bom clima de muito romance e felicidade entre o casal. Adorei o texto "amor e uma casa de madeira"

    ¬ Responder
  • Sílvia BaptistaSílvia Baptista

    17-09-2012 às 16:27:11

    Belo texto Sofia. Parabéns pela sensibilidade e sugestão.

    Um abraço!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    17-09-2012 às 17:31:20

    Muito obrigada Sílvia!

    ¬ Responder

Comentários - Amor e uma... casa de madeira?

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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