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Uma sucursal da própria casa

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Uma sucursal da própria casa

Quando se pensa em escritórios imaginam-se executivos, homens e mulheres, elegantemente vestidos, com uma educação superior e uma postura selecta, a desfilar em corredores ultra limpos com pastas de papéis urgentes, importantíssimos e confidenciais.

É claro que os escritórios de agências publicitárias ficam fora desta apreciação meio apressada, já que é vulgar encontrarem-se por lá criativos de jardineiras, que mais parecem funcionários da limpeza, e outras ilustres figuras que aparentam estar permanentemente no Carnaval, tal é o exagero da imagem.

Os escritórios integram, na maioria das vezes, o cenário de telenovelas e filmes, enquanto palco onde decorrem acções, umas mais lícitas do que outras, como aliás acontece na vida real, que aportam aos intervenientes lucros que lhes permitem auferir uma existência envolta em luxo, festas e toda a espécie de vivências interditas ao comum dos mortais. Tédio é, com certeza, um termo que não consta de certos dicionários

É também dentro de escritórios, infelizmente, que se traçam os destinos das nações e se tomam decisões que determinam o rumo de povos nacionais e internacionais. Obviamente, esta rota tem de ser, frequentemente, revista e repensada, porque as quatro paredes afiguram-se sobremaneira limitativas.

Para muitos, o escritório acaba por representar uma sucursal da própria casa, a atender pelo tempo que lá passam e pelo recheio com o que o decoram.

Naturalmente, de vez em quando, as fotos da família, sobretudo das esposas, são viradas para baixo ou para a parede, como se estivessem de castigo, porque os assuntos a tratar com a secretária não são sigilosos e indignos de olhares tão ternurentos. Lá se vai a postura… E cá se vêm as horas extra…


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Título: Uma sucursal da própria casa

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    11-07-2014 às 19:48:00

    Literalmente, minha casa é um sucursal. Amo trabalhar em casa, e não o troco por nada!

    ¬ Responder

Comentários - Uma sucursal da própria casa

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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