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Troca de Casa nas Férias

Categoria: Alojamento
Comentários: 6
Troca de Casa nas Férias

Parece-lhe estranho? Um verdadeiro absurdo? Acha que a troca de casas não passa de um filme de ficção de Hollywood? Pois saiba mais e verifique que além de ser possível pode ser bastante divertido.
Um dos principais problemas e impedimentos de muitas famílias irem de férias, são os custos associados aos alojamentos. Valores altos quer em hotéis, quer em habitações de férias são sempre custos que fazem muitas famílias contarem os tostões juntados com esforço em prol de um descanso merecido numas férias de sonho.
Com a troca de casa no período de férias, os custos do alojamento não se aplicam. O que conta é a troca por troca e o melhor é começar por refletir sobre a cidade que quer visitar.
São vários os sites e blogs, bastante visitados, onde a troca de casa no período de férias é prática comum e onde estes negócios a custo zero se fazem em qualquer altura do ano. É legitimo mesmo dizer que existem verdadeiros apaixonados por esta prática, pois a forma sistemática com que o fazem, demonstra que as trocas, quando bem combinadas e ajustadas funcionam na perfeição.
Para colocar a sua casa neste tipo de mercado, aconselha-se que tire algumas fotografias ao seu imóvel e também a locais que caraterizem a sua cidade. Descreva locais turísticos da sua zona de residência. Assim está não só a destacar a sua casa como também a sua cidade.
Por esta altura poderá estar curioso quanto ao funcionamento e principalmente quanto à segurança dos seus bens (tanto casa como dos bens que possui nela). Pois bem, aconselha-se a quem troca de casa que antes de mais verifique a pessoa que vai ocupar o seu “castelo”. Fale com antecedência e faça algumas perguntas como o porquê de ter escolhido a sua cidade e o que conhece dela. Peça contactos, fotografias e algumas informações tanto da casa, como da cidade e da pessoa que está do outro lado. A troca de casa é antes de mais um negócio de confiança e perceba que também estará a ocupar a casa de alguém nas mesmas circunstâncias.
Para uma maior segurança proteja alguns bens e peça a alguém da sua confiança que os guarde. Aproveite e informe a pessoa que vai ocupar a sua casa que terá ao seu dispor um familiar seu que o ajudará em alguma eventualidade que necessite.
Se quiser pode assinar um documento, mas não se esqueça que as traduções podem ser enganosas e os documentos não terem valor jurídico, pois estamos a falar de países e legislações diferentes.
Trocar de casa com alguém que só conhece de contactos feitos através da internet, pode ser um conceito um pouco estranho para os mais céticos e incomodativo para quem é possessivo com as suas coisas, mas no fundo esta troca pode ser um passaporte para uma liberdade que tantos necessitam.
Permita-se a mergulhos em outras culturas, outros cheiros, outras vivências, outras pessoas. Saia do seu ninho e aventure-se numa troca que poderá mudar a sua vida.

Carla Horta

Título: Troca de Casa nas Férias

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • SophiaSophia

    21-04-2014 às 16:48:46

    A Rua Direita achou bem interessante fazer essa troca de casa nas férias, parece que dá bem certo. Mas, é bom assegurar-se!

    ¬ Responder
  • Madalena Abreu

    26-01-2013 às 08:58:21

    Super interessante!

    ¬ Responder
  • Ana Pedro

    21-09-2012 às 18:17:53

    O texto é excelente, muito explicativo e conhecedor dos factos. Vai com certeza ajudar algumas pessoas a tomarem essa decisão.
    Espero que ganhe,
    Parabéns!

    ¬ Responder
  • Quim

    21-09-2012 às 13:42:50

    Achei interessante e bom Já conhecia de outros lados e creio ser uma mais valia para os dias actuais.

    ¬ Responder
  • marilene

    18-09-2012 às 21:40:18

    legal

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoRogério Antunes

    17-09-2012 às 23:36:29

    Excelente texto e de grande actualidade!

    Parabéns!

    ¬ Responder

Comentários - Troca de Casa nas Férias

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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