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Programa Aconchego – Residência para estudantes no Porto

Categoria: Alojamento
Programa Aconchego – Residência para estudantes no Porto

Programa Aconchego – Residência para estudantes no Porto

Estamos neste momento a escassos passos do início do ano lectivo. É nesta altura que os alunos terminam as candidaturas e esperam a tão aguardada resposta. No entanto, há questões que ficam pendente: onde ficar alojado? Por que preços? Com que confiança?

De outro lado desta história, temos idosos. Idosos sozinhos, solitários, abandonados e tristes. Idosos que vivem nas suas casinhas com apenas a companhia dos seus fantásmas do passado. Também eles têm uma questão: quem os pode tirar de tal solidão?

Agora, também vocês, leitores, têm uma pergunta na vossa mente: qual a relação entre estas duas realidades?

A ligação chama-se Programa Aconchego, e foi criada pela Fundação Para O Desenvolvimento Social Do Porto. Este programa é inovador e visa colmatar estes dois problemas.

Mas como?

É simples: o Projecto Aconchego recolhe candidaturas de séniores residentes na cidade do Porto e cujas casas tenham condições para o acolhimento de um estudante, e de alunos das faculdades do Porto que necessitem de alojamento.

Após recolhidas as acima citadas candidaturas, é atribuída uma casa a cada estudante, e um estudante a cada idoso. Assim, o estudante beneficia de um alojamento gratuito e, em troca, o sénior beneficia da companhia e apoio do jovem.

Para ajudar os jovens no acompanhamento nocturno dos idosos, estes têm o apoio do Serviço de Emergência do Serviço de Apoio Domiciliário da Casa das Glicínias.

Quais são os objectivos?

Segundo o regulamento do Programa, os objectivos são os que passo a citar:

a) Combater a solidão;

b) Acompanhar e apoiar os seniores e suas famílias na promoção do seu bem estar;

c) Colaborar e/ou assegurar o acesso à prestação de cuidados de saúde;

d) Promover a Intergeracionalidade entre jovens e seniores;

e) Revitalizar a cidade do Porto. – em “REGULAMENTO DO PROGRAMA ACONCHEGO DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO PORTO”.

E quem pode concorrer?

Este projecto prossupõe dois tipos de admissão: a admissão de séniores e de estudantes. Para cada uma há critérios diferenciados, logicamente.

*Admissão Sénior:

a) Residir na cidade do Porto;

b) Ter mais de 60 anos;

c) Viver só ou com o cônjuge;

d) Ter condições de habitabilidade adequadas a um estudante universitário,

nomeadamente:
* Um quarto individual para o estudante, onde este possa ter uma mesa
de apoio para estudar;

* Instalações sanitárias completas com água quente;

* Uma cozinha completa, onde o estudante possa confeccionar as suas
refeições;

e) Estar disponível para visitas de avaliação periódicas por parte da equipa técnica do Serviço de Apoio Domiciliário da Casa das Glicínias;

f) Facultar todos os elementos necessários no âmbito da saúde para um
encaminhamento adequado em situação de emergência;

g) Disponibilizar documentação para a elaboração do processo individual de participante, incluindo o registo fotográfico do seu domicílio;

h) Cabe à equipa técnica da Casa das Glicínias proceder à triagem da
população sénior aderente ao Programa;

i) É indispensável para aceder a este Programa a existência de um telefone na residência do sénior – em “REGULAMENTO DO PROGRAMA ACONCHEGO
DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO PORTO”.

*Admissão Júnior

a) Não residir na cidade do Porto;

b) Envolver a família do estudante, caso seja cidadão nacional, durante todo este Programa;

c) Ter consciência da responsabilidade que este Programa implica no âmbito do acompanhamento do sénior e zelar pelo bom estado da sua habitação;

d) Estar disponível para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior;

e) Colaborar com a responsável técnica do Programa, quando esta solicitar a sua participação em reuniões periódicas de avaliação, juntamente com a sua família;

f) Disponibilizar documentação para a elaboração do processo individual de participante;

g) Cabe à FAP realizar uma primeira triagem dos voluntários que se inscrevem através da Comissão Executiva da FAP Social, concretizando pareceres não técnicos sobre aptidão do candidato estudante, não invalidando uma posterior avaliação técnica em articulação com a equipa técnica da Casa das Glicínias;

h) Cabe às Juntas de Freguesia sinalizar potenciais aderentes seniores ao Programa. – em “REGULAMENTO DO PROGRAMA ACONCHEGO
DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO PORTO”.

Quero mais informações!

Para mais informações, basta visitar o regulamento do Programa em http://www.bonjoia.org/files/Regulamento_Aconchego.pdf ou o website http://alojamento.fap.pt/?Pag=promo&nome=aconchego .


Patrícia Carvalho

Título: Programa Aconchego – Residência para estudantes no Porto

Autor: Patrícia Carvalho (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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