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Nade com cavalos, observe baleias e tartarugas ou aprecie o calipso na ilha de Dominica

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alojamento
Nade com cavalos, observe baleias e tartarugas ou aprecie o calipso na ilha de Dominica

Dominica não deve ser confundida com República Dominicana. De facto, trata-se de sítios diferentes. Tendo-se tornado totalmente independente em 1978, Dominica (nas Caraíbas) é o cenário tropical perfeito, com praias, florestas, montanhas, nascentes quentes e frias, lagos e cachoeiras, sol e chuva abundantes. O povo mostra-se acolhedor e simpático, e a sua gastronomia é tão diversa quanto as suas origens.

A 3 Rivers Eco Lodge é uma residência florestal movida a energia solar. O seu proprietário revela uma tal dedicação à ecologia que modificou a sua carrinha a diesel para poder funcionar com óleo vegetal usado. Paralelamente, orienta sessões de trabalho acerca de modos de vida sustentáveis para os habitantes e escolas locais. No complexo desta residência, cada casa de madeira dos hóspedes está circundada por uma horta biológica própria.

É possível tomar banhos de lama quente, fazer cruzeiros destinados à observação das baleias, caminhadas na montanha, surf e mergulho, assim como divertir-se com bandas de calipso, reggae ou música crioula, nos bares das redondezas.

A Rosalie Mata Eco Lodge, por seu turno, localizando-se num ambiente de enorme beleza natural, tem como um dos objetivos primordiais a harmonia com esse espaço, procurando reduzir ao mínimo o impacto sobre a Natureza. Aqui, reconhece-se que o negócio do ecoturismo tem um importante papel a desempenhar na proteção e melhoria do ambiente para os hóspedes e para os moradores locais. Neste sentido, é adotado um estilo de vida sustentável, minimizando o uso de todos os recursos e monitorizando água, eletricidade, gás, resíduos sólidos e consumo de papel, de forma a poder ainda diminuir alguns gastos. O sol é utilizado para a produção de eletricidade “verde”, que permite bombear água do rio e aquecê-la (a bomba trabalha em silêncio para evitar a perturbação dos habitats naturais envolventes). Existe um reservatório de água reciclada para ecochuveiros, rega do jardim, etc.

Uma turbina eólica alimenta energeticamente as acomodações da floresta. Os resíduos da cozinha são aplicados no jardim como fertilizante. Evita-se a compra de produtos embalados, recicla-se e usam-se produtos biodegradáveis. Todos os sabões, detergentes líquidos e produtos de limpeza são biodegradáveis e amigos do Ambiente.

Por outro lado, há uma preocupação em envolver a comunidade local no projecto ecoturístico. Os funcionários provêm de todas as aldeias em redor e são treinados em práticas ambientalmente sustentáveis. Visitas guiadas, workshops versando as energias renováveis, a agricultura biológica e estilos de vida sustentáveis são outros meios de passar a mensagem ecológica. Foi elaborado um livro de ecoturismo de base educacional acerca de todos os ecossistemas para os hóspedes, com o intuito de incrementar a sua consciência ambiental.

Na verdade, Dominica possui uma impressionante variedade de fauna e flora, sendo que algumas espécies são exclusivas desta ilha. Não deve ser por acaso que lhe chamam a “Ilha Natureza” do Caribe… Só os pássaros contam com 276 famílias!
De salientar que o Sisserou e o The Jaco, ambos papagaios indígenas, são naturais da Dominica. Contudo, preferindo animais com mais patas, os cavalos, por exemplo, podem revelar-se óptimas companhias de nado.


Maria Bijóias

Título: Nade com cavalos, observe baleias e tartarugas ou aprecie o calipso na ilha de Dominica

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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