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Instale-se no habitat de várias espécies em perigo na Austrália

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alojamento
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Instale-se no habitat de várias espécies em perigo na Austrália

O diabo da Tasmânia, o açor branco e a águia de cauda cuneiforme correspondem a animais em risco de extinção na Austrália. Os proprietários do Rainbow Retreat (que é como quem diz «O Retiro do Arco-íris») são cuidadores de animais selvagens registados, recolhendo cangurus órfãos ou feridos, entre muitas outras espécies.
Rainbow Retreat foi proclamado Reserva Privada da Natureza pelo Governo da Tasmânia, o que lhe confere a mais elevada classificação ecológica do país.

A propriedade situa-se a dez minutos de carro da praia mais próxima, sendo que os hóspedes podem optar por esquiar nos campos de esqui de Ben Lomond, também não muito distantes. A pesca, as caminhadas pelos bosques ou apreciar a paisagem da costa nordeste, viajando de automóvel durante cerca de duas horas, são outras atividades possíveis. Desde praias de areia branca e mar claro azul-turquesa, a rochedos escarpados encobrindo histórias dramáticas, à abundante vida selvagem, tudo é digno de ser visto e apreciado. Entretanto, das próprias cabines do Rainbow Retreat é possível vislumbrar quer o oceano, quer as cordilheiras de Strezlecki, quiçá degustando uma famosa pizza feita em forno de lenha, especialidade da casa.

O Birdlife Park Animal ostenta uma imensidão de aves, enquanto o Forester Mt William Drive exibe cangurus da Tasmânia a movimentarem-se no seu habitat natural. As dunas de St Helens são, de igual modo, espetaculares e merecem, por isso, uma visita. Um dos pontos mais pitorescos da costa é Wineglass Bay, em Freycinet National Park. Foi classificada como uma das melhores praias do mundo pela revista norte-americana «Outsider».

A Baía dos Incêndios, eleita a melhor praia do mundo, encontra-se relativamente perto, à semelhança de Cálice Bay, no Freycinet National Park, e do belo Douglas Apsley Park.

Ficar no Rainbow Retreat consubstancia, portanto, o inigualável privilégio de pernoitar no lar de diversas espécies de fauna nativa ameaçadas, sobretudo no que concerne a determinadas aves. O sol e o ar puro convidam à pesca, a passeios pela zona ou, simplesmente, a ficar de papo para o ar a desfrutar de uma atmosfera única.

Pode usufruir-se da beleza genuína da Tasmânia em harmonia com a Natureza, com um rasto que se quer ecológico. Efetivamente, o aproveitamento da energia solar, a par de outros sistemas amigos do Ambiente e pouco dispendiosos marcam a diferença.
Além disso, a preservação da biodiversidade é essencial. De outro modo, corre-se o risco de ver diminuir drasticamente a variedade de fauna e flora. O pior é que todos contribuímos para isso com o estilo de vida que levamos. Será que temos o direito


Maria Bijóias

Título: Instale-se no habitat de várias espécies em perigo na Austrália

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: Flying Cloud

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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