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Quando arrendar casa sai mais barato que ir para um hotel...

Categoria: Alojamento
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Quando arrendar casa sai mais barato que ir para um hotel...

Os viajantes estão cada vez mais criativos e poupados. A última inovação tem a ver com o alojamento. A tendência do turismo de cidade começa a abrir horizontes e em vez de se marcar dormida num hotel, já há quem prefira um lugar em que se sinta mais em casa, como tal, alugam apartamentos. Muitos acreditam que esta é a melhor maneira de se sentir a atmosfera do local.

Face a esta procura, proliferaram sites de aluguer de estadia de curta duração, havendo mesmo proprietários que investiram numa boa remodelação para conseguir cativar mais clientes. Existem factores essenciais que o possível hóspede procura, tais como a qualidade e a localização. Casas nos centros históricos, remodeladas, equipadas com electrodomésticos, berços e aparelhagem sonora, bem decoradas, são o que pode determinar ou não um arrendamento. Empresas de gestão destes apartamentos têm sido criadas. No fundo estas casas acabam por funcionar como aparthotéis, sendo o check in feito na casa com um membro da equipa e, o hóspede tem acompanhamento 24 horas por dia, através de uma linha telefónica especial. Tanto a limpeza como a manutenção estão incluídas no preço final, que ronda em média os 65 euros (casa para duas pessoas) por noite, variando estes valores de acordo com as épocas do ano e também com a duração da estada. O grande objectivo deste tipo de turismo é que as pessoas se possam sentir em casa, ao mesmo tempo que podem ter a experiência da vivência nos bairros típicos.

Este tipo de mercado é procurado maioritariamente por europeus, mas já desperta interesse junto de quem faz viagens de negócios. Muitos consideram que esta é mesmo uma forma de se sentirem em casa, tendo a vantagem de poderem também convidar pessoas para um melhor convívio. No fundo é quase como se nem saíssem de casa, podendo manter muitos dos hábitos que tinham: ir às compras, cozinhar o que mais apetece no momento, receber amigos e estes poderem comer e beber à vontade, já que existe a hipótese de dormirem lá por casa…

Se tudo o que foi descrito no texto o começa a entusiasmar e quem sabe a pensar mesmo em planear umas férias em casa, mas fora de casa, faça pesquisa na Internet que certamente irá encontrar várias opções de alojamento. Depois é só definir o local onde quer ficar, fazer contas ao dinheiro que quer gastar, ao tempo que quer ficar e reservar. Tão simples quanto isto.

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Catarina Guedes Duarte

Título: Quando arrendar casa sai mais barato que ir para um hotel...

Autor: Catarina Guedes Duarte (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • SophiaSophia

    21-04-2014 às 16:51:00

    A Rua Direita acredita que é uma das melhores soluções de estadia e poupa muito dinheiro. Tudo está tão caro hoje que arrendar tornou-se já bem comum!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    13-09-2012 às 17:12:56

    Concordo completamente consigo quando refere que alugar uma casa ou um apartamento é a forma mais eficaz de conhecermos a cultura de um país/região. Isto porque não temos à nossa disposição as mordomias de um hotel, tendo que comprar a nossa comida, procurar o nosso próprio transporte (enquanto alguns hotéis providenciam serviços de transporte aos clientes). No entanto, há algo insubstituível na estadia num hotel que nos faz sentir que estamos verdadeiramente em férias.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoRita P.

    15-03-2009 às 23:37:00

    Que ideia mais original que em tempos de crise faz todo o sentido.

    Infelizmente , eu e o meu marido estamos desempregados por isso este ao férias só mesmo as nossas idas diarias ao Café Central.

    No entanto, vou estando atenta ás oportunidades...

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoLisberto

    15-03-2009 às 13:37:00

    Galera adorei o seu texto...muito obrigado!

    ¬ Responder

Comentários - Quando arrendar casa sai mais barato que ir para um hotel...

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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