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Lembraça de festa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Eventos
Comentários: 1
Lembraça de festa

Quem prepara um evento tem a responsabilidade de pensar em muitos detalhes que parecem isoladamente tão pequenos, mas que em seu momento transformam a festividade. Nas celebrações todos os pormenores devem ser planejados com antecedência e de acordo com o tema da festa, o objetivo da comemoração e o gosto dos anfitriões. As lembrancinhas em uma festa ficam escondidas ou não têm o seu merecido lugar de destaque pela qualidade que apresentam durante as festas, mas são um detalhe importantíssimo, pois é através delas que o evento é imortalizado. Elas são a constatação de que se desfrutou daquele momento especial entre pessoas interessantes que pensaram com carinho no presente dos convidados.

As lembranças de festa nada mais são do que presentes em agradecimento a presença do convidado no evento. Elas estão presentes em festas infantis, bodas, formaturas, aniversários de 15 anos, aniversários em geral, celebrações eucarísticas, casamentos, nascimentos, comemorações empresariais entre outros eventos. O ritual de se retribuir a presença com uma lembrança do evento se repete socialmente todos os anos. As possibilidades de escolha e de confeção dessas lembranças são inúmeras e também dependem do motivo da festa e de qual celebração se trata.

Em casamentos, há o ritual da entrega dos “bem-casados”, um doce decorado; uma espécie de mini-bolo. Nas celebrações eucarísticas a lembrancinha mais tradicional é o terço cristão. Em nascimentos, os famosos cartõezinhos, revelando o nome do bebê, sua data de nascimento, o seu peso e a sua altura vem acompanhados da criatividade e do carinho dos pais. Estes podem ser confecionados com bebês em biscuit, trazer artefatos que os futuros papais utilizarão muito, como mamadeiras, fraldinhas, carrinhos de bebês, entre outros objetos, todos em miniatura. Para festas de quinze anos, aniversários e eventos empresariais, as lembrancinhas são diversificadas e bastante criativas. A moda das lembranças de festa já passou pela entrega de chinelos personalizados, por bombons e doces decorados, fotos, esculturas e arranjos florais, os mais comuns.

Na era da personalização, em que se quer mostrar o rosto e a marca pessoal, as fotos imperam nas lembranças, sobretudo de festas infantis. As fotos da criança, geralmente com um poeminha referente a sua idade, são as campeãs das lembranças de aniversário dos pequenos. Ainda há as opções de relógios de parede personalizados, camisetas, agendas, livrinhos... Tudo para agradar e impressionar os convidados. Nas festas infantis, como a celebração é pensada especialmente para as crianças, há a lembrança para os adultos e a lembrancinha para as crianças. No mundo encantado das lembrancinhas para crianças, as opções são muitas. Os famosos saquinhos ou caixinhas com o motivo da festa, recheados com guloseimas e brinquedos em miniatura são os mais famosos. Mas a criatividade dos papais e dos decoradores de eventos é grande e novidades surgem a cada instante. Os pequenos chegam a ganhar quebra-cabeças personalizados com a fotinho do aniversariante, que previamente já fez um book para preparar este presente. Também há as adoradas e encantadoras bolinhas de sabão, bolas infláveis e todo tipo de brinquedo que encanta os pequenos convidados.

Em alguns eventos, o próprio arranjo ou centro de mesa serve como lembrança. Essas lembrancinhas, dependendo do que se escolhe, variam muito no preço, na qualidade e no acabamento. Podem também ser feitas pelos próprios anfitriões, se estes apresentam disponibilidade e habilidade para isto. Ou podem ser adquiridas em casas de organizações de eventos, com artesãos ou decoradores.


Rosana Fernandes

Título: Lembraça de festa

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Imagem por: arnold | inuyaki

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • janielyjaniely

    12-04-2012 às 17:27:42

    muito legal mais queria outra mais legal ainda

    ¬ Responder

Comentários - Lembraça de festa

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: arnold | inuyaki

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