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Pó para fixar a maquiagem e diminuir a oleosidade da pele

Categoria: Beleza
Comentários: 2
Pó para fixar a maquiagem e diminuir a oleosidade da pele

O pó, item que geralmente não está presente no kit básico de maquiagem de muitas mulheres, quando utilizado na quantidade certa, pode ser de grande ajuda na produção. Ele diminui o brilho excessivo da pele e ajuda a aumentar a durabilidade da maquiagem. Então, confira algumas dicas sobre como usar o pó para produzir uma maquiagem incrível e duradoura.

O primeiro passo é saber escolher o tipo de pó ideal para o seu tipo de pele. Existem dois deles, sendo que cada um é destinado a uma função específica. O pó compacto ajuda a esconder os defeitos, pois ele possui uma textura mais espessa. Já o pó solto, é ótimo para retirar o excesso de oleosidade da pele, sem deixar a aparência muito pesada, pois ele tem uma maior aderência ao pincel e é mais simples de tirar os excessos.

Os locais que você pode usar o pó para eliminar o excesso de oleosidade são: no centro da testa, nas laterais do nariz, abaixo dos olhos e no meio do queixo. No caso de peles não muito oleosas, o certo é dar apenas leves pinceladas de pó, para não sobrecarregar a maquiagem.

Já as pessoas que possuem pele seca, o pó deve ser usado com mais cuidado, pois ele pode dar a aparência de pele ainda mais seca. Por isso, vale ressaltar a importância de se utilizar um creme hidratante facial antes de passar qualquer outro produto no rosto. Além disso, antes de fazer a aplicação do pó é necessário passar uma leve camada de base.

Fixação da maquiagem

As pessoas que possuem a pele mais madura podem apresentar uma pequena flacidez ou rugas e por isso, elas também devem usar o pó com cuidado. Pois quando esse produto é aplicado com exagero, ele ajuda a marcar ainda mais as linhas de expressão. Então, a dica é usá-lo com moderação sempre.

Este produto também é excelente para ajudar na fixação da maquiagem, aumentando sua durabilidade. Antes de usar o batom, por exemplo, passe um pouco de corretivo e pó nos lábios, assim seu tempo de duração irá aumentar. Outra dica é passar uma camada bem fina de pó nas pálpebras, assim ela não ficará com aquele aspecto escorregadio, o que evitará que a maquiagem dos olhos fique borrada.


Rua Direita

Título: Pó para fixar a maquiagem e diminuir a oleosidade da pele

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    09-09-2014 às 06:03:16

    Acho que o pó deve ser pouco usado por deixar a pele mais enrugada. Claro! Ele pode até diminuir a oleosidade, mas é melhor sempre evitá-lo. Deixe que sua pele tenha um tempo de descanso!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 14:34:19

    O pó, mineral ou não, é excelente para fixar a maquilhagem, nomeadamente a base líquida. Pode inclusivamente servir como base, uma vez que a sua duração na pele é superior à da base líquida. E como bem refere, funciona simultaneamente como controlador da oleosidade da pele, ainda que não devamos confiar excessiva e unicamente neste produto para resolver este problema. É necessário que os pós sejam de boa qualidade para que não obstruam os poros.

    ¬ Responder

Comentários - Pó para fixar a maquiagem e diminuir a oleosidade da pele

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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