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SOS queimaduras

Categoria: Saúde
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SOS queimaduras

Quem se pode gabar de nunca ter ficado com a pele a "escaldar" por ter apanhado sol a mais? o mesmo se pode dizer que não há casa em que nunca ocorra um acidente doméstico...

Contudo há certos mitos que não passam de falsidades acerca do tratamento dos mesmos, tal como por exemplo o de aplicar manteiga numa queimadura ajuda a tratá-la, ou deve limpar-se uma ferida com água oxoigenada, ou ainda deve rebentar-se as bolhas de queimaduras.

Na realidade isto não passa de mitos, que não levam a nada. O que se deve fazer, no caso de uma queimadura solar simples é deitar água fria e, a seguir, um creme que hidrate, proteja e regenere a pele. Não se deve deitar álcool para dar frescura à pele, mas sim colocar um creme que contenha substâncias eficazes capazes de apaziguar o escaldão e hidratar a pele, acelarando o seu processo de regeneração natural.

As verdades sobre as queimaduras, feridas ou bolhas não têm nada a ver com os falsos mitos que se dizem acerca dos mesmos. É o exemplo também das feridas que não devem ser tratadas com água oxigenada, mas sim lavá-la com água da torneira ou soro fisiológico, secando levemente e depois aplicar um antisético ou um creme regenerador. E se a ferida estiver a sangrar deve limpar-se cuidadosamente com um gaze ou pano limpo humedecido com sabonete neutro, desde a ferida até aos lados, de modo a remover toda a sugidade. De seguida deve ser tapada com gase e um penso até deixar de sangrar e só em caso de sangramento abundante é que se deve ir ao hospital.

Se eventualmente a ferida provocar dores pode tomar-se um analgésico, embora se deva procurar os cuidados médicos. Se a mesma estiver quente, inchada , vermelha e com pus é sinal de que está infetada, necessitando de uma ida ao hospital.

Ainda acerca das queimaduras, antes de agir importa saber o que se deve fazer, no momento, consoante o tipo de queimadura, que é classificada em três graus.

A de primeiro grau, atinge a camada externa da pele, e fica apenas vermelha e quente, provocando ardor e dor. Neste caso o ideal é aplicar soro fisiológico na zona queimada, para arrefecer e acalmar a dor.

A de segundo grau, atinge a derme e é bastante dolorosa, além de ficar vermelha e com bolhas. Nesta deve aplicar-se também soro fisiológico e de seguida um antisético. o creme regenerador, fica para a fase de cicatrização da pele.

A de terceiro grau, atinge os tecidos profundos, destruindo-os e levando até ao choque da pessoa.

Depois de aplicar o soro e antisético sobre a zona queimada, deve envolver-se a pessoa num lencçol húmedecido com soro ou água. Esta porêm requer cuidados hospitalares urgentes.
Quando a pele fica vermelha após o sol, além da aplixcação do creme regenerador deve beber-se muita água para manter o organismo hidratado.

O creme indicado para as queimaduras é o "biafine", que hidrata, cicatriza e acelera a regeneração celular.


Pedro gil Ferreira

Título: SOS queimaduras

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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