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A Saúde E Os Quatro Elementos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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A Saúde E Os Quatro Elementos

O Sol, um elemento natural cheio de vitamina D, é uma fonte de saúde gratuita que não devemos desperdiçar. Precisa saber que o Sol é benéfico desde o amanhecer até sensivelmente as 11 horas e das 15 horas até ao pôr do sol. Se sofre das seguintes doenças deve incluir o Sol na sua vida: anemia, raquitismo, reumatismo, anemia, bronquite e nervosismo. Se padece de cancro, febre e hemorragias não deve expor-se ao Sol.

Também a água tem um papel importante na nossa saúde. Esta é muito utilizada para curar doenças. Pode caminhar sobre a água, um bom exercício para quem sofre de dores de cabeça. A água precisa ficar pela altura dos tornozelos e deve fazer movimentos dentro dela como se caminhasse. Pode fazer banhos de assento, recomendados para quem tem problemas no ventre. Ajudam todo o processo gastrointestinal. Encha a banheira de água quente até esta lhe dar pelos rins. Este exercício deve durar 20 minutos. Caminhar sobre grama molhada ajuda a relaxar. Experimente este exercício antes de sair de casa para o trabalho. O banho de imersão, em caso de água fria, serve para baixar a febre. Se for água quente, o banho de imersão é ótimo para a artrite e reumatismo. A cataplasma é ótima para aplicar sobre o problema. Deixo aqui algumas sugestões: para quem sofre de acne, deve aplicar sobre as zonas problemáticas uma cataplasma feita de abacate; se tem cataratas, deve colocar uma cataplasma nos olhos com feno-grego; se padece de gastroenterite, coloque sobre o estômago uma cebola fria esmagada.

Da terra vem os nossos alimentos, e o melhor alimento da terra para fazer uma compressa para doenças como abcessos, hemorragias, stress, insónia, acne, colite, diabetes, picada de insetos, dores menstruais, reumatismo, queimaduras, alergias, urticária, gota, hemorroidas, amigdalite, gengivite, artrite, gastroenterite, hematomas, mau hálito, frieiras, eczemas, conjuntivite, aftas, varizes, entre outras, é a argila.
Do ar vem o nosso combustível. Devemos ter o cuidado de procurar onde haja ar puro. Respirar bem é ótimo para acabar com infeções e melhorar a qualidade do sangue. Durante a noite deve ter o cuidado de deixar o ar circular.

Daniela Vicente

Título: A Saúde E Os Quatro Elementos

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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