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Queimaduras: o que não deve fazer

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 14
Queimaduras: o que não deve fazer

As queimaduras mais comuns derivam de acidentes domésticos, com origem em água a ferver ou vapor, no contacto com lume (por exemplo, de uma lareira), com objetos quentes ou com produtos químicos, na exposição às radiações solares, em choques elétricos, etcétera.

Daqui podem decorrer queimaduras de primeiro, segundo ou terceiro grau. As de primeiro grau manifestam-se por vermelhidão, inchaço e dor. Nas de segundo grau, a dor é mais intensa e aparecem, normalmente, bolhas ou humidade na região afetada. As queimaduras de terceiro grau são as mais graves, a pele apresenta-se esbranquiçada ou carbonizada e a dor é subtil ou inexistente. Nestes casos, o transporte da vítima ao hospital é urgente.

Seja qual for o tipo de queimadura e o seu grau, há procedimentos a pôr em prática e coisas que não se devem fazer. Diante de uma pessoa queimada, não se devem colocar sobre a zona lesada alimentos como leite, manteiga, óleo (nem qualquer outra gordura), cebola, ovo, café, etcétera, assim como produtos domésticos (álcool, pasta dentífrica, …). As pomadas sem orientação médica também estão interditas. Não é, de todo, sensato tentar tratar o padecente sem instrução na área da medicina, pois, além de não se saber como curar a lesão, ainda se pode agravar o estado da mesma.

Em caso de incêndio, se as roupas estiverem em chamas, não se deve deixar a pessoa correr (já que a deslocação do ar favorecerá a combustão). Se for preciso, deita-se o indivíduo no chão e cobre-se com um cobertor, tapete, casaco, ou outro material grosso; nessa impossibilidade, faz-se rebolar para apagar as labaredas.

A região queimada jamais pode ser tocada, nem as bolhas furadas (tal como puxar a pele das bolhas que rebentaram). A roupa que se encontrar colada à queimadura não se remove; se for necessário, corta-se e deixa-se a que está agarrada à pele. A ferida não deve ser coberta com algodão nem refrescada com gelo ou água gelada.

Uma pessoa que sofreu uma queimadura tem de estar bem hidratada e, na presença de dores fortes, tomar um analgésico. Se a superfície atingida for mantida acima do resto do corpo, o inchaço diminui. A primeira coisa a fazer, se se tratar de uma queimadura do primeiro grau, é aplicar água fria imediatamente e tapar o ferimento com gaze. Face a uma ocorrência do segundo grau, a dita gaze deve ser embebida em vaselina esterilizada.

Perante queimaduras químicas, invariavelmente graves, há que retirar com bastante rapidez as roupas da vítima, cuidando para que não se queimem as próprias mãos. Posteriormente, lava-se o local com água corrente e abundante durante cerca de dez minutos (ou quinze, se forem os olhos os afetados). De seguida, enxuga-se gentilmente, tapa-se com algo limpo e seco e procura-se ajuda imediata de um médico.

Nas queimaduras solares, refresca-se a pele com compressas frias, mantendo-se a pessoa à sombra, em local fresco e ventilado. Beber muitos líquidos é essencial, tal como recorrer aos serviços de saúde.


Maria Bijóias

Título: Queimaduras: o que não deve fazer

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 14 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoo lalapp

    05-03-2014 às 20:36:49

    eu me queimei a um dia e eu puxei a bolha com o dente oque faço para parar de doer e a minha é de segundo grau, ela esta toda vermelha com as blha estouradas autas oque faço para pararar de doer

    ¬ Responder
  • carmem silva

    31-10-2013 às 16:15:16

    quemi os meus dedos com gordura,e fez bolhas todos me disseram para furar, agora entendi porque não posso fazer isso. obrigada por nos da essa orientação.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãopp olá

    28-10-2013 às 02:16:29

    se nós temos uma queimadura, pq não podemos comer de imediato?

    ¬ Responder
  • Jorge Luiz

    23-09-2013 às 04:11:41

    Uma pessoa que sofreu queimaduras de 2º e 3º graus, podem beber água logo após o acidente ?

    ¬ Responder
  • italo

    20-03-2013 às 15:38:00

    o que nao se deve fazer em caso de quemadura

    ¬ Responder
  • rayane s

    19-06-2012 às 15:09:35

    adorei me ajudou no trabalho de ciencias!!!

    ¬ Responder
  • Planos de Saude e Odontologicoschristian

    24-03-2012 às 15:10:14

    se ja estourou a bolha e rancou a pele oq fas para aquele machucado sarar mais rapido
    e els vai ficar toda ora molhado saindo um liquido dela
    a FUI QUEIMADO COM OLEO DE FRIGIDEIRA

    ¬ Responder
  • RONALDO

    28-12-2012 às 18:15:43

    E SÓ IR AO MÉDICO E NÃO A CURANDEIRO, COMO FARMACÊUTICOS MILAGROSOS

    ¬ Responder
  • ana lizana liz

    10-03-2011 às 19:07:06

    Gostei me salvou de todas as porcarias da internet para o meu trabalhoo de ciências...
    Obrigada!

    ¬ Responder
  • soldado maciel.df cailandiasoldado maciel.df cailandia

    13-09-2010 às 21:33:31

    mito bom me tirou do sanha
    valeu
    smu bpeb

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoalice ribeiro

    19-07-2010 às 20:24:09

    e queimaduras com gelo como se devem tratar?

    ¬ Responder
  • marcelino

    26-01-2013 às 01:03:43

    como devo proceder em uma queimadura com gelo comum e gelo seco ???? obrigado desde ja

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoNatacha

    22-02-2013 às 09:06:13

    nem um dos 2. o gelo só piora, pois o gelo também queima.

    ¬ Responder
  • renanrenan

    14-04-2010 às 03:49:15

    ridicolo nao entendi nada!!!

    idiotas!!!

    ¬ Responder

Comentários - Queimaduras: o que não deve fazer

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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