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Como tratar a dor de garganta

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Como tratar a dor de garganta

Quem nunca sofreu com os incômodos de uma dor de garganta? Apesar de não parecer um problema muito grave, ela deve ser tratada corretamente, para evitar possíveis complicações. Então, veja algumas dicas e aprenda como tratar a dor de garganta.
De forma geral, a dor de garganta é causada por dois fatores: a infecciosa e a inflamatória. Veja alguns exemplos abaixo e saiba mais.

Faringite – É uma inflamação causada por vírus. A pessoa que manifesta seus sintomas sente dor na garganta ao falar, engolir ou bocejar. Além disso, a área inflamada fica com uma aparência avermelhada. E em alguns casos, pode ocorrer uma infecção na região, que pode ser identificada pela formação de placas de pus.

Amigdalite – Esta pode ser ocasionada por bactérias ou vírus. Nestes casos, o indivíduo sente dores na garganta ao engolir, seguida ou não de febre e mal-estar. Também é comum o aparecimento de placas de pus.

Laringite – Pode ser confundida com a faringite, mas é uma infecção causada por vírus. Essa infecção ocorre na área do pescoço, no local onde a voz é produzida. A pessoa com a doença pode sentir dores no local, enrouquecimento e tosse seca.

Como tratar as dores de garganta de maneira adequada? Para isso é indispensável consultar um médico, pois ele poderá avaliar o quadro clínico e a origem da dor de garganta poderá ser diagnosticada corretamente, para poder ser tratada.

Faringite – Pode ser tratada por meio do uso de um analgésico e antitérmico. Mas se o quadro for infeccioso será necessário acrescentar o antibiótico.

Amigdalite – O tratamento deste problema é igual ao da Faringite, ou seja, usa-se analgésico e antitérmico quando a origem é viral e adjunto do antibiótico, quando de origem bacteriana.

Laringite – Seu tratamento também é semelhante ao da Faringite. Mas, perante o quadro de rouquidão persistente, é indispensável procurar a orientação de um especialista. Assim será possível evitar qualquer complicação.

Como evitar as dores de garganta?

- Procure sempre manter a região da garganta sempre hidratada;
- Evite respirar pela boca;
- Evite sofrer com mudanças bruscas de temperatura;
- Em caso de pessoas alérgicas, evite os fatores desencadeantes.


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Título: Como tratar a dor de garganta

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    13-09-2012 às 17:09:32

    para as dores de garganta não há nada melhor que sal marinho, meia chávena de chá de sálvia, com uma colher de sal e sumo de limão. se estiver constantemente com dores de garganta não é bom. o normal passa por 4 vezes ao ano. é realmente uma dor muito incomodativa, que nos dificulta a engolir os alimentos e até a falar. as melhoras para quem tiver a passar por esta infecção.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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