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As Alterações Hormonais na Nossa Vida

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
As Alterações Hormonais na Nossa Vida

Sabia que as hormonas são as suas companheiras de vida? Pois é verdade! As hormonas acompanham-na durante a infância, adolescência, fase adulta até à vida madura.
A produção de hormonas oscilam durante toda a nossa vida e se existem alturas na nossa vida que são as nossas melhores amigas, verdade seja dita que em outras alturas roubam-nos a satisfação da vida e são a nossa pior inimiga.

As principais fases de oscilações mais manifestadas na vida de uma mulher são apenas 3, mas que alteram o nosso organismo de forma substancial. A puberdade, gestação e climatério ou menopausa.


Na puberdade, a produção de hormônios alteram o nosso organismo e comportamento com o crescimento dos seios, dos pelos púbicos e com as primeiras menstruações. A produção de hormônios nesta fase desperta para curiosidades como o sexo (não querendo dizer com isto que se inicie fisicamente) e o desenvolvimento do corpo.

Se até aqui as descobertas tendiam a ser quanto ao funcionamento e desenvolvimento do organismo, na fase adulta ou de gestação, as descobertas do corpo são outras. A mulher já conhece o seu corpo e muitos dos mitos criados na adolescência já foram esclarecidos há muito. É na fase adulta que os hormônios criam a sensualidade e a sexualidade está desperta por esta altura. A gravidez acontece e a mulher vive uma fase única da sua vida.

Na entrada da idade da menopausa, a produção de hormônios funciona de forma diferente. Por esta fase a sua produção desacelera e existe uma grande tendência para sintomas de ansiedade ou depressões.

Em qualquer uma das fases, a produção de hormônios pode alterar a nossa vida e a forma como a encaramos. Disfunções hormonais podem levar a problemas sociais pois o comportamento do doente pode torná-lo antipático, pouco sociável, mal-humorado e depressivo.

Produzidos por glândulas, as nossas hormonas são criadas pelo sistema endócrino, como por exemplo a tiroide, as suprarenais ou o sistema hipófise. Cada organismo funciona de forma diferente, pelo que a produção de hormônios diferencia-se de mulher para mulher.

Certo é que nos acompanham durante uma vida e se na puberdade nos podem causar confusão e na menopausa uma certa irritabilidade e a perda do libido, a verdade é que são as nossas hormonas que nos fazem irradiar felicidade e sensualidade, apostando numa sexualidade saudável e ativa.

Há que viver com elas e saber fazê-lo, pois elas estão por lá, quer queiramos, quer não.


Carla Horta

Título: As Alterações Hormonais na Nossa Vida

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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