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O Império Inglês

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 1
O Império Inglês

A Inglaterra era, por tradição, um país de intensa atividade marítima favorecida pela sua situação geográfica. Foi assim, a partir do século XVI, nomeadamente no reinado de Isabel I, que os ingleses tentaram estender a sua influência às regiões recém- descobertas, nomeadamente na América, em África e mais tarde na ìndia, disputando o comércio a portugueses e espanhóis.

A guerra do corso, foi sendo progressivamente substituída, no século XVII, pela ocupação territorial inglesa.
As perseguições religiosas e os conflitos políticos levaram muitas famílias a procurar na costa atlântica da América do Norte, a liberdade e a paz que não existiam no seu País.
Assim, fundaram as primeiras colónias inglesas, como a de Virgínia e Massachusetts.
A ocupação e conquista do território americano foram avançando.

Apesar do direito exclusivo territorial, os territórios americanos conseguiram atingir um elevado nível de desenvolvimento.
Ainda no século XVIII as treze colónias americanas, ao conseguirem a sua independência, deram origem aos Estados Unidos da América.

Os ingleses, fizeram publicar os Atos de Navegação, no período de Cromweell, que contribuíram para a perda da hegemonia comercial holandesa, para o triunfo ingl~es, nos mares.
Com esta lei, estabelecia-se que todas as mercadorias deveriam ser transportadas para Inglaterra, por barcos ingleses , e que os barcos estrangeiros, apenas podiam transportar para Inglaterra, mercadorias produzidas nos respetivos países.

Esta foi uma lei que constituíu um rude golpe nos interesses dos holandeses, que, eram, os principais intermediários do comércio realizado entre o NOrte e o sul, da Europa.
Assim, no século XVIII, a Inglaterra, tornou-se a principal potência comercial europeia.
Em face disto, a França entrou na concorrência do comércio colonial.

Deste modo, criou companhias de comércio e estabeleceu colónias na Amércica do Norte e Central, assim como no oriente, os quais viria a perder na sua quase totalidade em proveito da Inglaterra.

Oliver Cromwell, Lord Protetor, durante o período republicano, fez, através das suas medidas, com que a Inglaterra, afirmasse a sua hegenomia comercial no século XVII.
Os atos de Navegação contribuíram muito para o desenvolvimento comercial dos ingleses e inclusive da marinha mercante.

Tal como os holandeses, os ingleses também possuíam uma boa frota marítima, o que lhes dava grande vantagem, na disputa pelos mares.
Assim, apesar das rivalidades entre os franceses, ingleses e espanhóis, todos eles conseguiram impor a sua presença e formar grandes impérios coloniais.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O Império Inglês

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Joaquim Barros

    14-04-2016 às 12:45:54

    um bom contiudo

    ¬ Responder

Comentários - O Império Inglês

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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