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Chihuahua

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Animais Estimação
Visitas: 2
Chihuahua

O Chihuahua é de origem mexicana, o seu nome originou do estado de Chihuahua no México, para homenagear a terra que o viu nascer.

É um mamífero doméstico muito popular que a sua esperança média de vida é de doze anos, mas poderá chegar a viver ate aos dezoito anos.

É considerada uma das raças mais pequenas de todo o mundo, pois está incluído na subcategoria pequena, para cães com menos de dez quilos e na subcategoria de longilíneos, para caninos que tem o comprimento maior que a largura e a espessura. O seu peso varia entre um a três quilos e mede entre quinze centímetros a vinte e três centímetros de altura.

O Chihuahua pode ter o pelo curto ou longo, macio e brilhante, pode ter o pelo de variadas cores mas a cor mais comum é o rubi escuro. A cabeça tem a forma de uma maçã, o focinho é curto e pontudo e os olhos são muito redondos. Este cão tem orelhas muito grandes, com a ponta arredondada, são largas na base e muito eretas. O pescoço tem um tamanho normal e o peito é largo e profundo. A cauda tem uma forma curvada e varia a cor e ate pode se malhada e ter mais que uma cor. As fêmeas tem o tronco um pouco maior que os machos, o que as ajuda em relação a reprodução.

O Chihuahua é um cão omnívoro e deve-se ter alguns cuidados na alimentação destes cães devem ter uma alimentação adequada e equilibrada, e não devem comer em demasia. Ele consegue comer o mesmo que um ser humano, mas não convêm que coma doces, podem ser tóxicos e causar-lhe diabetes, obesidade ou ate mesmo mata-lo.

Para que um Chihuahua seja saudável deve-se só alimenta-lo apenas com ração ou com outro tipo de alimentos especiais para raças pequenas.

Os cães desta raça devem tomar banho com a água morna e em locais onde não haja correntes de ar e frio, é um animal muito sensível a mudanças de temperatura.

São conhecidos por terem uma boa personalidade e pela sua lealdade, mas mostram-se um pouco intolerantes com crianças. São cães ágeis e inteligentes. O seu tamanho torna-o adaptável a diversos ambientes, por exemplo apartamentos, mansões e fazendas.

Como ponto negativo, os Chihuahuas são muito nervosos, o que os torna excessivamente medrosos, ciumentos ou agressivos.


Laura Andrade

Título: Chihuahua

Autor: Laura Andrade (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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