Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > Ana Bolena - ascensão e queda

Ana Bolena - ascensão e queda

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 4
Comentários: 3
Ana Bolena - ascensão e queda

Maria Bolena, casada com William Carey, é irmã de Jorge e Ana Bolena. Uma festa na corte apresentou Maria Bolena ao rei, e este ficou de imediato atraído pela beleza desta Bolena. Para lucrar com a situação, a família Bolena afastou o marido de Maria, dando espaço para estes apaixonarem-se. Henrique VIII e Maria Bolena tornaram-se amantes. Para conseguir o filho legítimo que precisava para a Coroa inglesa, o monarca trocou o leito quente da amante e passou a frequentar o quarto da Rainha. Dormiu com a rainha, mas esta ficou com a menopausa. Então, o monarca decidiu voltar a encontrar-se com Maria. Entretanto, Ana Bolena casou-se às escondidas com Henry Percy, um o casamento inválido. Esta é exilada para Hever, como castigo.

Maria, como era de se prever, ficou grávida do rei e teve uma menina. Não tardou a engravidar de novo, mas enquanto se refugiou num quarto até ter o filho, como era habitual na época, Ana voltou para a corte e começou a namoriscar o rei. Este principiou um interesse por Ana. Completamente apaixonado, o rei pediu a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Entretanto, Maria fugiu do interesse do rei, sendo obrigada a voltar para o marido, que morreu pouco depois com a Doença do Suor.

O rei, mesmo sem a anulação do casamento com a infanta espanhola, pediu Ana em casamento e expulsou a rainha da corte, instalando-a longe dele e de Ana. Porém, Ana, acusada de ser prostituta, era odiada povo. Tentaram mesmo matá-la.

Apesar de toda a rebelião, Ana e Henrique VIII casaram, e a irmã de Maria ficou grávida, dando à luz uma menina, Isabel, futura Isabel I. Entretanto, o casamento do monarca inglês com Catarina de Aragão foi anulado, e Ana Bolena tornou-se a nova Rainha de Inglaterra.
Maria, sem marido e com dois filhos, começou a ser cortejada por um plebeu, e estes apaixonaram-se. Chegam mesmo a casar-se, mas deixaram a situação no anonimato perante a corte.

Com o passar do tempo, Ana deixou de ser a favorita do rei e da sua família, e para conseguir ascender de novo, engravidou do seu irmão, visto que com o monarca só conseguia ter abortos. Tudo foi descoberto e usado contra ela, levando-a à morte.


Daniela Vicente

Título: Ana Bolena - ascensão e queda

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 4

674 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 3 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCláudia

    13-10-2015 às 00:24:23

    Texto mal escrito e não corresponde a verdadeira história. Com muitas falhas.

    ¬ Responder
  • Luene ZarcoLuene

    31-08-2014 às 22:59:12

    Que vida, hein? Com certeza, Ana Bolena teve uma vida muito infeliz e atribulada. Assim, como a maioria das mulheres dessa época!

    ¬ Responder
  • rosa maria

    18-12-2012 às 05:34:39

    "para conseguir ascender de novo, engravidou do seu irmão". Essa foi uma das acusações pelas quais ela foi condenada, porém não há qualquer comprovação histórica desse fato.


    ¬ Responder

Comentários - Ana Bolena - ascensão e queda

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios