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Ana Bolena - ascensão e queda

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 3
Ana Bolena - ascensão e queda

Maria Bolena, casada com William Carey, é irmã de Jorge e Ana Bolena. Uma festa na corte apresentou Maria Bolena ao rei, e este ficou de imediato atraído pela beleza desta Bolena. Para lucrar com a situação, a família Bolena afastou o marido de Maria, dando espaço para estes apaixonarem-se. Henrique VIII e Maria Bolena tornaram-se amantes. Para conseguir o filho legítimo que precisava para a Coroa inglesa, o monarca trocou o leito quente da amante e passou a frequentar o quarto da Rainha. Dormiu com a rainha, mas esta ficou com a menopausa. Então, o monarca decidiu voltar a encontrar-se com Maria. Entretanto, Ana Bolena casou-se às escondidas com Henry Percy, um o casamento inválido. Esta é exilada para Hever, como castigo.

Maria, como era de se prever, ficou grávida do rei e teve uma menina. Não tardou a engravidar de novo, mas enquanto se refugiou num quarto até ter o filho, como era habitual na época, Ana voltou para a corte e começou a namoriscar o rei. Este principiou um interesse por Ana. Completamente apaixonado, o rei pediu a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Entretanto, Maria fugiu do interesse do rei, sendo obrigada a voltar para o marido, que morreu pouco depois com a Doença do Suor.

O rei, mesmo sem a anulação do casamento com a infanta espanhola, pediu Ana em casamento e expulsou a rainha da corte, instalando-a longe dele e de Ana. Porém, Ana, acusada de ser prostituta, era odiada povo. Tentaram mesmo matá-la.

Apesar de toda a rebelião, Ana e Henrique VIII casaram, e a irmã de Maria ficou grávida, dando à luz uma menina, Isabel, futura Isabel I. Entretanto, o casamento do monarca inglês com Catarina de Aragão foi anulado, e Ana Bolena tornou-se a nova Rainha de Inglaterra.
Maria, sem marido e com dois filhos, começou a ser cortejada por um plebeu, e estes apaixonaram-se. Chegam mesmo a casar-se, mas deixaram a situação no anonimato perante a corte.

Com o passar do tempo, Ana deixou de ser a favorita do rei e da sua família, e para conseguir ascender de novo, engravidou do seu irmão, visto que com o monarca só conseguia ter abortos. Tudo foi descoberto e usado contra ela, levando-a à morte.


Daniela Vicente

Título: Ana Bolena - ascensão e queda

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 4

674 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCláudia

    13-10-2015 às 00:24:23

    Texto mal escrito e não corresponde a verdadeira história. Com muitas falhas.

    ¬ Responder
  • Luene ZarcoLuene

    31-08-2014 às 22:59:12

    Que vida, hein? Com certeza, Ana Bolena teve uma vida muito infeliz e atribulada. Assim, como a maioria das mulheres dessa época!

    ¬ Responder
  • rosa maria

    18-12-2012 às 05:34:39

    "para conseguir ascender de novo, engravidou do seu irmão". Essa foi uma das acusações pelas quais ela foi condenada, porém não há qualquer comprovação histórica desse fato.


    ¬ Responder

Comentários - Ana Bolena - ascensão e queda

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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