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Aprenda a dizer não sem sentir culpa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Aprenda a dizer não sem sentir culpa

Muitas pessoas têm dificuldade em dizer não, se sentem levedas a concordar em fazer coisas das quais não gostariam de fazer e acabam se agredindo para atender solicitações que lhe desagradam. Com isso, se agridem por não conseguir se negar ao que não quer e se submetem a estratégias de fuga dizendo sim.

É preciso entender que não é uma postura covarde, mais sim a ilusão do que promoverá ao atender a solicitação. O mais comum nesses casos é pensar que ao ceder pedidos alheios, estará evitando desentendimentos, quando o assunto envolve família tentando fazer com que o outro fique satisfeito, mas sai pela culatra, pois desse modo, aquele que pede, com o tempo aprende que mesmo podendo ouvir um sonoro não, joga com a ideia psicológica do não enfrentamento. Em outras palavras, o que pede lida com a chantagem de se comportar bem, caso seu pedido seja atendido.

Outro modo é não querer se aborrecer ao receber um pedido alheio, por isso pensa que ao ceder, não será mais incomodado (a). É um engano pensar desse modo, pois em outro momento, mais cedo ou mais tarde essa situação se repetirá.

Ninguém consegue viver bem consigo somente tentando ser bonzinho (a) com os outros, é claro que precisamos ter bom senso e saber ser fraterno, compartilhar, ajudar um amigo, ser companheiro (a) com a família e ser solidário até com pessoas desconhecidas.

Para aprender a não sentir culpa ao dizer não, tenha a certeza de que você não é obrigado (a) a ter solução para tudo, por tanto; não atender uma solicitação é uma decisão pura e simples, uma escolha que cabe apenas a você decidir e não tem nada a ver se o solicitante irá ficar zangado ou não.

Se isso acontecer, saiba que essa pessoa ou não lhe considera, ou é imatura para não conseguir entender. De um modo ou de outro, dizer sim seria apenas adiar uma situação que surgiria mais tarde. E tenha a mais absoluta certeza, de que a mesma pessoa que hoje fica de cara feia, também em algum momento já disse não para alguém.

Uma ligação muito sutil com o sentimento de culpa ao dizer não, é o conceito equivocado do egoísmo, algumas pessoas se confundem com isso e acabam criando conflitos internos quando dizem sim, quando na verdade queria dizer não. Esse comportamento indica que a autoestima anda em baixa.

Tente se lembrar, mesmo quando criança você já disse não, talvez para os pais, irmãos, tios, enfim... e nada de mais aconteceu, tanto que cresceu.

Uma dica: Não se violente em seu interior, se for preciso dizer não, diga com a certeza que não será motivo para terminar uma amizade, afinal, imagine se os pais sempre dissessem sim para os filhos e os deixasse fazer tudo o que quisessem. Sem dúvida sofreriam muito na idade adulta por desconhecerem os limites que a vida impõe.


Sílvia Baptista

Título: Aprenda a dizer não sem sentir culpa

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários - Aprenda a dizer não sem sentir culpa

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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