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Mães com Sentimento de Culpa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Mães com Sentimento de Culpa

Ser mãe é ser maior do que um poeta. É trazer no mundo o maior amor e o maior sentimento. É carregar de forma leve a pesada preocupação constante de ser mãe. Ser mãe é excecional e compensador, mas é também a maior ansiedade que teremos durante toda a vida.

Numa sociedade em que as mulheres têm cada vez mais um papel ativo quer a nível profissional quer enquanto cidadãs, as mulheres mães carregam cada vez mais um sentimento de culpa pelas ausências obrigatórias nas vidas dos filhos.

A vida profissional obriga as mães dos dias de hoje a recorrer muitas vezes aos Tempos Livres e ás atividades extra curriculares de forma a preencher o tempo dos seus filhotes. Em casa e num espaço familiar, as tarefas também ocupam tempo e enquanto faz o jantar, apanha a roupa e prepara lanches para o dia seguinte.

Mas se estas mães heroínas são seres verdadeiramente extraordinários porque é que a sua maioria se sente culpada por não passar mais tempo com os seus filhos?

Mães com sentimento de culpa é um dos nossos maiores problemas na sociedade de hoje e como já é habito não haverem grandes queixas, este problema continua mudo mas sofrido na sociedade de hoje.

Ser mãe a tempo inteiro não é para qualquer uma e muitas são aqueles que defendem que necessitam de um papel ativo na sociedade, mas certo é que vivem de forma demasiado ativa.
Se é uma destas mães, deixe-me que lhe diga que se está a fazer o seu melhor, então não tenha qualquer sentimento de culpa. Quem não conhece o nosso caminho que atire a primeira pedra.

Em segundo lugar, deixe-me colocar-lhe uma pequena questão. Porque é que julga que se tem que jantar todos os dias às 20h em ponto? E porque não ás 20.30 porque esteve no chão da sala a brincar com o seu filho? Não se sinta pressionada para que a sua vida seja um relógio Britânico nas tarefas da casa.

Quando vai fazer o jantar porque não pedir ajuda ao seu filho? Aposto que ele vai adorar fazer a salada.

Na hora de dobrar os lençóis, sabe fazê-lo a dois? O seu petiz vai adorar, para mais se o embrulhar num e lhe fizer algumas cocegas.

Hora do banho? Porque não tomá-lo com a sua filhota? Pentear-lhe o cabelo calmamente no banho vai saber-lhe bem.

Lembra-se de algum jogo que gostasse quando era criança? Então jogue-o com o seu filho após o jantar ou a um Sábado á tarde.

Vá fazer um pic-nic. Para além de descansar, ele vai poder correr e descarregar energias.
Pense em algumas situações em que junto deles possa relaxar ou fazer as tarefas com alguma ajuda. Veja nos seus filhos uma verdadeira diversão ao invés de pensar neles como o seu projeto de vida em que não pode falhar.

Não se sinta culpada por ser uma mãe ocupada. Qualquer uma de nós sente isso e afinal de contas no fundo aquilo que mais nos enche o coração é o amor que temos por eles.


Carla Horta

Título: Mães com Sentimento de Culpa

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    31-08-2014 às 21:58:53

    Ser mãe é uma decisão muito séria. Deve-se pagar o preço da renúncia de seu querer em prol do filho. Se queres ser mãe há de correr os riscos, pois a criança precisa dela durante seus primeiros anos e de maneira integral. A educação dessa criança depende exclusivamente deles.

    ¬ Responder
  • Susana ValeirasSusana Valeiras

    16-09-2012 às 15:15:59

    Sou da opinião que os filhos cada vez mais precisam da presença das mães,pois,cada vez mais somos crianças até mais tarde. Quantas das mães não o queria ser o tempo todo? E quantas mães têm que deixar os bebés de meses ao cuidade de amas?Infelizmente cada vez menos tempo há para os filhos,tornando-se assim o trabalho "mais importante" que os filhos pois sem trabalhar não os podemos ter e sustentar.

    ¬ Responder

Comentários - Mães com Sentimento de Culpa

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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