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Direitos do consumidor em relação a fornecedores e empresas

Categoria: Empresariais
Comentários: 2
Direitos do consumidor em relação a fornecedores e empresas

Nos tempos modernos muitos produtos nas mais variados formas são oferecidos aos consumidores tanto para compra local, ou seja, diretamente na loja, como também para compras em sites da internet.

Estas são as modernas formas de uma relação contratual muito antiga, a comercial. As novas tecnologias e a globalização, as relações comerciais entre países vieram facilitar o acesso do público a produtos diversos e, junto com tal atividade, vieram também algumas dificuldades, tais como comprar um produto determinado e receber um genérico, ou, com defeito, ou, que não atenda as finalidades propostas pelo fabricante ou vendedor, dentre outras situações que vêm causando dissabor ao consumidor.

Fato é que, assim como as relações comerciais vêm crescendo ao longo dos tempos, as garantias de que tal ocorra com paridade de armas também tem crescido, deixando o consumidor de passar pelo dissabor, muito conhecido antigamente, de ter que ficar com algum produto que não lhe interessa, por motivos variados, como apresentar defeito logo nos primeiros dias de uso, não ser exatamente aquilo que imaginava ao adquiri-lo, ou, ainda, não ser apto à atividade para a qual teria sido originalmente criado.

Os ordenamentos jurídicos têm tido o cuidado de garantir ao consumidor, a parte mais frágil de uma relação comercial, direitos que antes eram simplesmente ignorados e suprimidos pelas grandes empresas e rede de lojas.

Um grande tema recorrente é com relação à prestação de serviços de internet, que culmina por causar prejuízos de toda a sorte aos usuários, seja por horas de lazer ou estudo não utilizadas, seja, para aqueles que trabalham diariamente na rede, por negócios impossibilitados haja vista a falha no fornecimento da ligação à grande rede.

A teor disto o Poder Público tem cuidado de fiscalizar a atuação das empresas prestadoras deste tipo de serviço, a fim de que o façam com qualidade e garantindo ao consumidor que, se lesado, será indenizado. Muitas prestadoras de serviço têm optado, quando falham na prestação do serviço, em indenizar por meio de abatimentos em contas de usos futuros, outras, optam por devolver ao cliente o valor relativo ao prejuízo sofrido.

O que importa é que o consumidor deve ter consigo dois conceitos importantes sobre serviços prestados em seu favor e também com relação a produtos que eventualmente adquira e com os quais tenha algum tipo de dissabor, quais sejam, ele, consumidor é a parte frágil na relação comercial e recebe proteção Estatal que lhe permite ver ressarcidos quaisquer prejuízos decorrentes daquela relação eventualmente insatisfatória, não podendo, jamais abrir mão de pleitear seus direitos.


Fernanda Fernandes

Título: Direitos do consumidor em relação a fornecedores e empresas

Autor: Fernanda (todos os textos)

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Imagem por: Christian Cable

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    04-07-2014 às 18:58:44

    Aprendi muito com os direitos do consumidor. É preciso saber e conheer a lei, senão somos facilmente enganados.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFigo

    11-05-2014 às 00:08:58

    Direitos do consumidor em relação a fornecedores e empresas foi mesmo de extrema necessidade porque eu ando a atravessar uma situação gravíssima.

    ¬ Responder

Comentários - Direitos do consumidor em relação a fornecedores e empresas

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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