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Os 10 cães mais perigosos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Animais Estimação
Visitas: 11
Comentários: 5
Os 10 cães mais perigosos

Todos nós sabemos o perigo que corremos com vários tipos de cães, parecendo eles perigosos ou não, por detrás daquele estofo todo poderá existir mais perigo do que o que pensamos.

Falemos das dez raças mais perigosas do Mundo, assim caracterizadas por especialistas na área canina.

Em 1º lugar, temos o Pit Bull Terrier, este cão foi desenvolvido para combates clandestinos, designando-o assim como o melhor cão de combate á face da Terra, por isso mesmo, esta raça é preocupante e considerada uma raça muito ameaçadora.

Em 2º lugar temos o Rottweiler, um cão extremamente agressivo. Utilizado como cão de guarda ou pastoreio, é assim as características deste cão de origem alemã.

Em 3º lugar, uma raça muito popular, o Pastor Alemão, como o próprio nome indica, de origem alemã, este animal é um ótimo cão de guarda, é um cão com poder de vigilância enorme, e muito agressivo enquanto protege o sei território, é assim como este cão e conhecido.

Em 4º lugar temos o Husky Siberiano, de sua origem russa, este é um cão muito bonito, mas a beleza animal não é tudo, este cão não sabe “trabalhar” como cão de guarda, apesar da sua inteligência e energia.

Em 5º lugar o Malamute do Alasca, um cão muito agitado, encontrando o relaxamento no exercício físico, quando se sentem pouco ativos e a sua agitação está alta , eles ponderam ser cães de ataque.

Em 6º lugar temos o Doberman Pinscher, conhecido pela sua estrutura delgadinha, cão de focinho pontiagudo, também oriundo da Alemanha. Cão de guarda permanente e muito atento ao seu redor, agressivo em certos casos, mas encontrado em um lar familiar, é um ótimo companheiro.

Em 7º lugar, um cão oriundo da China, muito conhecido por ter o céu da boca roxa, o Chow Chow, um cão muito independente, e graças á sua independência pondera tornar-se agressivo se não forem tomadas as devias precauções.

Em 8º lugar, o Presa Canario, um cão de raça espanhola, com uma mordida muito furtiva e bem destacada, ele é extremamente forte e muito ágil, atacando com uma agilidade incrível.

Em 9º lugar, o Boxer, muito vulgar, não são cães agressivos, mas devido a momentos estressantes, tendem a mostras a sua agressividade, atacando qualquer pessoa a seu redor.

Em 10º lugar, um cão que parece ser doce, o Dálmata, um cão inteligente, de excelente memória, por vezes este cão tende a ser agressivo perante os humanos.


André Belacorça

Título: Os 10 cães mais perigosos

Autor: André Belacorça (todos os textos)

Visitas: 11

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • erick

    02-06-2013 às 00:25:54

    deveria ser incluído nessa lista, entre os dez caes mais perigosos, o homem, e coloca-lo em primeiro lugar....

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    13-09-2012 às 21:20:19

    isso pensamos nós.. o instinto ja nasce em cada um , todos temos problemas..eles sao animais, julga que nao têm problemas psicológicos também? está enganada

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 23:25:08

    Claro que tambêm têm problemas psicológicos... e também acredito no instinto. Mas nos humanos os problemas psicológicos nascem com as pessoas de acordo com as etnias? E o instinto?

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    17-09-2012 às 12:43:48

    quem sabe , existem mistérios ! todos nos temos cancro, uns desenvolvem outros não ;)

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    12-09-2012 às 11:42:49

    Não concordar com estas classificações. Mais perigosa que qualquer dos cães que integra essa lista é a própria existência de uma lista que assim os caracteriza e discrimina. São as próprias listas de cães perigosos que potenciam que esses cães sejam escolhidos por todo o género de pessoas com más intenções, que os treinam para que sejam o que supostamente são geneticamente. O perigo não está na raça, está na educação que os animais recebem.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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