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Óleo de Coco para o seu Cão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Animais Estimação
Visitas: 6
Óleo de Coco para o seu Cão

O uso de óleo de coco remonta os anos 1500 a.C. Muitas regiões tropicais, como a Polinésia, a África, a Ásia e a América do Sul e a Central têm utilizado muito óleo de coco. O fruto pode ser usado para usos culinários na carne, consumido em forma de leite, água e óleo. Os nativos destes países também utilizam o óleo de coco como um antibiótico natural. O coqueiro tem sido referido como a "árvore que dá tudo o que é necessário para viver. O ácido láurico no óleo de coco é responsável por muitos dos seus benefícios. Este ácido fornece ao óleo de coco a sua cura, as propriedades anti-virais e as propriedades anti-bacterianas. A única outra fonte natural de ácido láurico é o leite materno humano.

O óleo de coco é uma gordura saturada, composta de uma cadeia média de ácidos gordos. Estes ácidos hidratam a pele e fornecem uma barreira de proteção. O óleo de coco contém, além de ácido láurico, ácido cáprico e ácido caprílico.

Devido às suas propriedades o óleo de coco é um excelente remédio para os cães que sofrem de pele seca e irritada. Este óleo tem sido elogiado durante séculos por muitas culturas tropicais. O óleo de coco tem sido referido como um óleo milagre, pois oferece uma série de benefícios para a saúde e tratamentos para uma variedade de doenças. Este óleo tem propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas, antifúngicas e propriedades imunes de reforço. O óleo de coco, naturalmente alivia a pele seca e prurido do seu cão.

Pode utilizá-lo na sua pele e cabelo, assim como na pele e pelo de outros animais. Este produto é extremamente rico e benéfico para a saúde. Este produto possui uma infinidade de aplicações, podendo também ser utilizado como suplemento alimentar para melhorar a saúde do seu cão. A adição de óleo de coco na dieta de um cão fornece uma fonte adequada de gordura saturada saudável. A dose recomendada para cães de pequeno porte é 1/4 colher de chá por dia, durante duas semanas. A quantidade pode ser aumentada para até 1 colher de chá por dia, uma vez que o estômago do seu cão se tenha habituado ao óleo. Os cães maiores podem ingerir uma colher de sopa por dia, durante duas semanas. A dosagem pode, em seguida, ser aumentada gradualmente. O óleo de coco vai trabalhar de dentro para fora para melhorar a pele seca.

Use o óleo de coco como uma cura e pomada tópica de proteção. O óleo de coco faz maravilhas como um bálsamo de cura para a pele seca do seu cão. Quando aplicado diretamente na pele, penetra nas camadas mais profundas para fortalecer e proteger os tecidos subjacentes. O óleo reduz a inflamação da pele, bem como as infeções. Para aplicar topicamente, comece com um punhado de óleo e massage diretamente nas áreas secas da pele. O óleo rico é absorvido rapidamente. O óleo de coco vai deixar a pele tropical, macia e saudavelmente cheirosa.

Rua Direita

Título: Óleo de Coco para o seu Cão

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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