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Planejar É Preciso

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Viagens
Comentários: 1
Planejar É Preciso

Foi-se o tempo em que vivíamos seguros, aliás, ninguém vive seguro totalmente neste mundo. Mas, podemos perceber que os empregos eram mais estáveis, a economia, os negócios, os relacionamentos conjugais e familiares, nossos clientes, nossos amigos e hoje vivemos na complexidade, nas instabilidades. Os tempos são outros.

Tudo tem acontecido muito rápido, variações cambiais, novos hábitos de consumo, novas ideias de beleza, novos produtos, variedades de concorrentes, enfim, as mudanças estão correndo e nem nós conseguimos acompanhar as rotatividades de um mundo globalizado.

Por isso, planejar é preciso. E o que é planejar? Dentre vários conceitos encontrados temos alguns deles como: traçar planos, definir objetivos, buscar meios de alcançar um resultado, organizar ideias para chegar a um determinado fim. Nessas instabilidades em que vivemos, o planejamento se tornou algo fundamental e de extrema importância para que não nos aconteça nada de surpresa. Já se diz na palavra de Deus em Provérbios 21:5a: “Os planos bem elaborados, levam à fartura...”

Como planejar? Primeiramente, você tem que saber o que planejar. Uma viagem? Uma faculdade? A compra de um automóvel? Uma casa? Emprego Novo? Namorado? Determine o que você deseja para depois traçar as metas para alcançar esse desejo. O ideal de planejarmos é dividi-lo em pequenas partes. Como estudamos na administração que você traça metas a curto, médio e longo prazo.

Comece de pouquinho, não pense que metas altas se consegue com grandes atividades ou fazendo algo grandioso, comece onde está. Por exemplo, uma viagem. Faça as seguintes perguntas: O que, como, quando e onde. O que irei precisar para fazer essa viagem? Quando pretendo ir? Onde quero conhecer? Como farei para realizar este desejo? Depois, estipule quanto precisa guardar por mês, corte os gastos, faça economia. Divida esse valor pelos meses que faltam chegar a viagem, nesse caso, planeje com no mínimo 6 meses de antecedência. Até porque você encontra passagens mais baratas, você fica pagando até chegar o dia de viajar, sem se preocupar depois em continuar pagando essas parcelas.

Depois de tudo planejado, ainda precisa se preparar para os imprevistos. Planejar também envolve estar preparado para as surpresas, mas já está de bom tamanho só fato de colocar tudo no papel e tentar executar.


Adriana Santos

Título: Planejar É Preciso

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-06-2014 às 23:19:01

    Gosto de planejar! Acho que a gente consegue alcançar nossos sonhos com pequenas metas. Tenho feito isso e só tem dado muito certo! Ótimo texto!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Planejar É Preciso

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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