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Segmentar o mercado turístico

Categoria: Viagens
Segmentar o mercado turístico

Quando estamos pensando em trabalhar no setor de turismo é muito importante opções para se trabalhar e montar um negócio. Por isso, será preciso definir qual o tipo de público você irá investir. E não apenas isso, em qual tipo de turismo é o melhor para você trabalhar!

Vamos definir o que é segmentar o mercado para que fique mais claro. Para Chais (2007, p.80), a segmentação nada mais é do que “agrupar os indivíduos em grupos similares por seus hábitos, de tal modo que exijam um tratamento operacional diferente e diferenciado”.

Para Petrocchi (1998, p. 242), a segmentação “compreende a divisão do mercado, composto por turistas potenciais, em subgrupos homogêneos [...]”.

Seguimos agora com o detalhamento do que é segmentar o mercado turístico. Para isso, é preciso compreender o que são as bases da segmentação, que são colocadas por Vaz (2002, p.81) da seguinte maneira:

* Segmentação psicográfica – analisa a personalidade do consumidor, através de suas crenças, atitudes, estilo de vida, etc;

* Segmentação comportamental – diz respeito aos hábitos, costumes, época em que o turista viaja, escolha das acomodações, meios de transporte, entre outros;

* Segmentação demográfica – subdividida em três grupos:
1) Pessoal: diz respeito à identificação do cidadão, investigando características físicas e genéticas;

2) Sociocultural: reúne dados sobre a procedência, experiência de vida, relações com a sociedade, etc;

3) Socioeconômica: agrupa pessoas segundo a ocupação profissional, geradora de renda e proveniente de suas atividades econômicas.

A segmentação turística define os tipos de turismo existentes no mercado, que são classificadas de várias maneiras, como por exemplo: turismo ecológico, ecoturismo, agroturismo, turismo religioso, cultural, rural, de eventos, esportivo, de negócios, de compras, de terceira idade, aventura, de saúde, etc.

Um aspecto relevante na segmentação é a classificação segundo Plog (apud LOHMANN; PANOSSO NETO, 2008, p. 258), que identificou cinco tipos psicográficos de turistas, caracterizados da seguinte forma:

1 – Alocêntricos – aqueles que querem descobrir novos destinos, tendo o espírito de aventura;
2 – Quase alocêntricos – procuram desafios e muitos optam pelo ecoturismo;
3 – Meio cêntricos – procuram se descontrair e relaxar nas viagens, sobretudo por meio de entretenimento;

4 – Quase psicocêntricos – são os que experimentam um novo destino apenas após ele ter sido bastante visitado;
5 – Psicocêntricos – turistas de massa que procura segurança, que busca lugares já consagrados.


Adriana Santos

Título: Segmentar o mercado turístico

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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