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Carl Sagan

Categoria: Biografias
Carl Sagan

Carl Sagan é considerado um herói do espaço e ao mesmo tempo o cientista mais influente de sempre.

Com efeito o seu nome nunca foi esquecido, por ser um dos astrofísicos mais conhecidos e respeitados e que colaborou com a NASA mais de quarenta anos. Contribuiu ainda para aproximar o espaço de todos nós.

Destacou-se pelos seus extraordinários feitos no campo da astrofísica e astronomia, pelo empenho na promoção da ciência, do interesse pelo espaço, e pelos programas que fez na TV.
É uma figura que está ligado a altas funções, desde o briefing aos astronautas da Apolo, antes da ida à lua, à criação de vários robóticos espaciais, como por exemplo a sonda Viking Marte, aconselhava a NASA sobre as condições atmosféricas, composição dos planetas e luas distantes e colaborou de perto nas missões de Mariner.

O seu respeito deve-se à sua capacidade para alargar a visão ao espaço profundo e ao trabalho contínuo que fez com a NASA.

Era conhecido por ter grande capacidade de prever com precisão as características dos planetas e luas distantes. Além disso decifrava as mudanças sazonais de Marte, concluindo que as variações de cor não se deviam à vegetação mas às grandes tempestades de vento.
Sagan foi ainda docente em Harvard e Cornell, aconselhou as maiores missões do espaço e era muito conhecido da TV, por escrever, apresentar programas e informações para o público.

O célebre programa Cosmus, era apresentado por ele em 1980, tal como programas modernos e populares como Wonders of The Univers, de Brian Cox, que trata de vários assuntos, desde planetas, asteróides, cometas, nebulosas e o big-bang.

A grande compreensão que Sagan tinha do espaço e da astrofísica, e o carisma com que os abordava, tornaram-no uma figura muito conhecida e célebre.

Ainda acerca do espaço, publicou vários livros, incluindo uma adaptação do Cosmus.
Até ao final da sua vida, continuou sempre a desvendar as inexploradas profundezas do Cosmus, e falava sobre vários temas na televisão.

A maior "ideia"que teve na sua vida foi a de prever com precisão que a superfície de Vénus era incrívelmente quente e seca e que a Europa, uma das luas de saturno, podia ter um oceano sob a sua superfície.

Carl Sagan, nasceu em 1934, em Nova Iorque,e morreu em 1996, vítima de pneumonia em washington.

A sua vida foi sempre preenchida como um grande cientista e colaborador da NASA.


Pedro gil Ferreira

Título: Carl Sagan

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Comentários - Carl Sagan

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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