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Multiplicação celular

Categoria: Outros
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Multiplicação celular

As nossas células sofrem dois tipos de divisão celular. Por isso ouvimos constantemente dizer:"tal mãe, tal filha", mas, cada organismo celular começou com uma unica célula.
Na verdade, todos os organismos sofrem divisão celular, ou seja, os seres humanos e todos os outros organismos multicelulares, que são mais complexos.

Consoante o tipo de células que temos, elas sofrem sempre os dois tipos de divisão celular, chamada meiose e mitose. Ambos são processos complexos e multietapas, que ocorrem muito rápido.

Para se reproduzirem sexuadamente, os corpos criam células sexuais, gâmetas, que contêm 23 cromossomas, considerados um unico conjunto. Estas durante a reprodução fundem-se para formar uma célula chamada diplóide, com 46 cromossomas.

A mitose produz duas células haplóides idênticas, processo de reprodução diferente, assexuada, que constitui um programa de manutensão.´

O corpo humano sofre mitose, constantemente, e conforme as células morrem são substituídas. Cada ser humano tem 50 a 75 biliões de células, de cerca de 200 tipos diferentes.

Os tumorespodem ser de dois tipos, malignos e benignos, e resultam do anormal crescimento das células.

O nucleo das células contêm material que diz a estas quando devem crescer,para haver um equilibrio entre ambas, mas por vezes as células recebem a mensagem para crescerem e se dividirem. Este oposto, provoca um desequlibrio, um problema na programação. Éassim que se formam as mutações genéticas, que podem ser causadas por tudo, em especial fatores ambientais ou vírus.

No caso dos tumores malignos, as células não morrem como as normais e, em vez disso multiplicam-se indefinidamente, causando quase sempre a morte.

Na mitose há um processo em que a célula passa por várias fases, interfase, anafase,
profase, metafase e telofase. esta é á fase final desde o o momento em que a célula cresce até que se divide.

O outro processo, chamado meiose, é a criação de células sexuais, necessárias à reprodução. Assim, esta começa com uma célula diplóide formando uma cadeia de ADN que se replica e devide. Os cromossomas juntam-se à sua cadeia correspondente e os enzimas removem partes de ADN de cada gene, que são trocados entre cromossomas, antes de se reemparelharem.

Passam ainda pela metafase, anafase, telofase e células- filhas. As duas células filhas passam por todo o processo novamente, acabando por formar quatro células-filhas com 23 cromossomas. è, pos um processo em cadeia.

A fim de se evitarem fatores desencadeantes da multiplicação das células, o melhor é evitar vírus, contágios e problemas desnecessários.


Pedro gil Ferreira

Título: Multiplicação celular

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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