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Lâmina de barbear

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Serviços
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Comentários: 1
Lâmina de barbear

Os pelos do homem, crescem em média cerca de 25 ml, num período de 24 horas. Mas os fatores genéticos é que determinam o comprimento dos pelos, sendo também afetado pelas hormonas.

Fazer a barba em segurança é pois o que todo o homem quer para exibir uma barba bem feita e um rosto cuidado.

Para isso é necessário lâminas de barbear que cortem os pelos pela raiz e que não magoem o rosto e pescoço.

Jean Jacques Perret é considerado o inventor da primeira lâmina de barbear que não causava ferimentos no rosto, acidentalmente.

De fato, até aparecer a primeira lâmina descartável, a barba comum era feita com uma navalha. No entanto esta era capaz de cortar o pescoço e fácilmente usada para cometer um suicídio ou assassinato.

A antiga navalha de barbear, usada pelos barbeiros, consistia numa lâmina fixa a um cabo através de um pino. Este sistema permitia que a lâmina fosse fechada para dentro quando não era usada. Deste modo, era necessário uma mão bastante segura para a usar corretamente, senão corria-se o risco de ela cortar a pele do rosto, ou deixar ferida. Só os barbeiros eram devidamente treinados para a fazerem com segurança.

Ainda antes de aparecer a lâmina descartável surgiu a navalha coberta com uma manga de madeira em forma de L, para que só a ponta cortante fosse visível, ficando deste modo menos perigosa.

A lâmina descartável surgiu mais tarde porque o seu inventor King Camp Gillete, achava que afiar a navalha no couro era moroso e um desperdício de tempo. Assim, resolveu fazer uma mais adaptada ao rosto do homem, e que assentava num cabo de aço.

Esta foi uma ideia brilhante, e começaram a ser feitas de aço de carbono ultrafino , a chamada gilette, que podiam ser usadas cerca de 20 vezes.

Foi assim que as navalhas entraram em desuso, em virtude do sucesso da Gilette, que começou a ser vendida em 1904.

Esta era uma lâmina segura, protegida e, em conjunto com um suporte, fixava a lâmina.

Estas, tornaram-se logo populares e dominaram o mercado desde eesa data. Mais tarde surgui ainda a de plástico totalmente descartável ou as de cabeça descartável com duas ou mais lâminas.

Finalmente surgiu a máquina de barbear elétrica, com Jacob Schik, que desenvolveu motores elétricos mais pequenos e potentes nos finais dos anos 30, sendo agora um mercado em grande expansão.

Os componentes da lâmina mais seguros e descartáveis permitem, sem dúvida fazer uma barba segura e perfeita.


Pedro gil Ferreira

Título: Lâmina de barbear

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    30-05-2014 às 00:54:14

    A lâmina de barbear é muito bom e super útil em muitas ocasiões. Atualmente, existem muitos modelos bonitos e resistentes,uns até automáticos.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Lâmina de barbear

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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