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Sapatos desportivos inovadores

Categoria: Desporto
Visitas: 6
Comentários: 2
Sapatos desportivos inovadores

Atualmente os ténis já não são como os de antigamente. Desde os materiais inteligentes até à integração de sistemas de controlo eletrónicos, os ténis de hoje oferecem uma melhor performance e menos peso. Além de novos modelos, muito mais leves, utilizam um design padrão, como novos materiais, equipamentos mais avançados e outros materiais. Deste modo, o nível de desempanho alcançado pelos seus utilizadores aumentou bastante.

Os sapatos desportivos são bastante caros, sendo as marcas mais conhecidas, a Adidas, Asics Gel-nimbus 13 e supernova glide 4. Estes porêm, utilizam um sistema micoach speed Cell que permite monitorizar a distância, a aceleração e o ritmo enquanto se faz exercício físico.

A speed cell é uma pequena etiqueta eletrónica, que pode ser montada em vários sapatos compatíveis, sendo inserida diretamente na base do sapato e, depois de ativada regista a distância que percorre.

Pode ainda carregar automáticamente os dados recolhidos para um telemóvel, que depois são analisados no computador do seu utilizador. Transmite os seus dados sem fios, através de um dispositivo associando uma bateria a um transmissor.

Esta pode fornecer energia durante cinco meses, se o seu utilizador fizer jogging, durante uma hora e cerca de cinco vezes por semana.

O dispositivo, capaz de transmitir as informações ao recetor, tem pequenas dimensões, pesa nove gramas e tem uma memória de cerca de oito horas.

O ténis de modelo Asics Gel- Nimbus 13 é mais leve, pois pesa cerca de 326 gramas é é bastante apropriada para as corridas, devido a ter um suporte para o calcanhar, espuma de memória nos lados, molda-se aos pés, facilita o movimento e contêm uma espuma de borracha que reduz o peso da sola exterior.

Com todas estas características, os ténis permitem correr com facilidade e conforto, estando adaptados ao pé, permitindo um melhor desempenho e saúde.

Vale a pena investir em calçado desportivo, de boa qualidade, porque os pés são o apoio do corpo e se o calçado não for adaptado e confortável, pode provocar problemas nos pés e inclusive na coluna.

Os sapatos inovadores são uma alternativa aos ténis pesados e sem o ajuste perfeito que eles permitem.

Com o seu sistema inovador pode percorrer-se kilómetros a pé, sem cansar ou danificar os pés.


Pedro gil Ferreira

Título: Sapatos desportivos inovadores

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 6

662 

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    08-10-2014 às 20:49:55

    Para correr, realmente, precisa ser um sapato confortável e que seja do gosto da pessoa. É triste só quando esses sapatos são caros e muito longe do nosso alcance. Então, acaba-se por comprar um inferior, mas que também tem qualidade!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoToze

    18-04-2014 às 10:47:11

    Eu só corro com Assis , confortáveis , seguras, perfeitas

    ¬ Responder

Comentários - Sapatos desportivos inovadores

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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