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Dicas para escolher e comprar o seu pacote na agência de viagens

Categoria: Viagens
Comentários: 1
Dicas para escolher e comprar o seu pacote na agência de viagens

Viajar com satisfação e regressar com a certeza de ter passado uns dias maravilhosos é tudo aquilo que muitas agências de viagens prometem na altura em oficializam o contrato com o cliente. Geralmente, os objectivos cumprem-se e a viagem realiza-se sem problemas de maior, mas também existe a situação inversa: clientes insatisfeitos com as condições do alojamento, clientes que se deparam com hotéis com capacidade esgotada, ausência de guias turísticos quando o pacote os incluía, problemas com o aluguer do carro, etc., etc.

Para que tal não suceda, saiba então que atitudes tomar antes de se comprometer com uma agência de viagens. Em primeiro lugar, faça pesquisas detalhadas em várias agências, de forma a comparar vantagens e preços. De seguida, procure seleccionar pacotes promocionais (que apresentam preços muito mais em conta); tente também marcar as suas férias para as chamadas «épocas baixas», ou seja, alturas em que não é habitual viajar-se para um certo destino – mas, atenção: faça-o apenas se as condições meteorológicas no local de destino não sejam de tal forma adversas que o impeçam, sequer, de sair do hotel. Procure também os chamados pacotes com «Tudo Incluído». Estas tarifas são muitíssimo mais baratas e práticas, pois o viajante não tem mesmo de se preocupar com mais nada, a não ser desfrutar do passeio. Ao escolher o pacote, lembre-se ainda de que não deverá fazê-lo apenas porque a fotografia ilustrativa e promotora do destino turístico é apelativa – as desilusões são frequentes quando se compram viagens apenas com base nestes critérios. Depois, e imediatamente antes de se decidir por um pacote e por uma agência de viagens específicos, deverá perder algum tempo a procurar referências (positivas e negativas), seja na internet, em fóruns e blogues, ou mesmo junto de amigos e familiares que já tenham adquirido serviços na agência que tem em vista.

Ao celebrar contrato com a agência de viagens eleita, é esperável que o mesmo se concretize em papel, de modo a ficar com um registo das condições acordadas. Este pormenor ganha maior relevância, sobretudo nos casos em que existe lugar a reclamações. Leia atentamente antes de assinar, recuse quaisquer contratos abusivos, que lhe imputem responsabilidades que, naturalmente, cabem à agência de viagens e verifique se não existem espaços em branco onde facilmente se poderia incluir mais informação. Celebrado e pago o contrato, a agência dever-lhe-á entregar as passagens e os comprovativos de reservas no hotel.

Tomadas todas as precauções e assegurados todos os direitos, só lhe resta mesmo partir numa belíssima viagem!

Isabel Rodrigues

Título: Dicas para escolher e comprar o seu pacote na agência de viagens

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    14-06-2014 às 21:42:40

    Boas dicas! A escolha dos pacotes de viagens nas agências devem ser compradas em tempos de baixa temporada, até porque são mais baratas.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Dicas para escolher e comprar o seu pacote na agência de viagens

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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