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10 motivos para você fazer um cruzeiro

Categoria: Viagens
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10 motivos para você fazer um cruzeiro

Vai chegando o final do ano e começa a bater aquela vontade de viajar, de ir descansar longe da correria do dia-a-dia, sem se estressar, a dica é que não há nada mais prático e relaxante do que fazer um cruzeiro, sabe por quê?

1. Você pode contratar o serviço parcelado, em muitas agências de viagem; assim começa a pagar agora e provavelmente já estará mais da metade pago na ocasião da viagem;

2. Relaxar em lugar calmo, com todas as comodidades à bordo, garçons, camareiro, equipe de animação, entre outros;

3. Geralmente o pacote já vem com comida e bebida liberados, o que quer dizer que você se delicia e não se preocupa com quanto vai gastar e onde vai comer.

4. Como o navio atraca em vários portos, dá um tempinho para conhecer vários lugares bacanas e tirar muitas fotos nos pontos turísticos. Dependendo da parada, você até consegue alugar um kit de mergulho e dar uma olhada no fundo do mar.

5. A diversidade cultural costuma ser muita e você acaba conhecendo pessoas e costumes de outros países;

6. Para não ir achando que as horas à bordo do navio são entediantes, vale ressaltar que há inúmeras atividades fornecidas pela tripulação responsável, o que inclui brincadeiras, atividades físicas em grupo, dança, sorteios e muita música.

7. Para aqueles que apreciam jogos de azar, o navio tem um cassino que é um encanto mesmo para quem não joga.
8. Outra atração impressionante é a danceteria, aberta todas as noites, com músicas de variados estilos, e bebidas liberadas com o bar no mesmo ambiente;

9. Já se preferir lagartear ao sol dentro do navio costuma ter espaço para o banho de sol e com piscinas grandes e também jacúzis para você se sentir em um verdadeiro spa.

10. Não menos importante, os navios contam com um teatro que costuma impressionar os passageiros, com um elenco digno de grandes palcos, e histórias incríveis.


Então, se você ainda não teve essa incrível experiência, vale a pena se programar aí com a família, e aventurar no mar, colecionar um misto de emoções, lembrancinhas e milhares de fotos. Com certeza será uma experiência inesquecível e você vai acabar querendo fazer mais vezes!


Clarissa Reinoco Machado

Título: 10 motivos para você fazer um cruzeiro

Autor: Clarissa Reinoco Machado (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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