Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Viagens > Taxas de câmbio

Taxas de câmbio

Categoria: Viagens
Visitas: 2
Comentários: 3
Taxas de câmbio

Todos nos quando viajamos para o exterior, sempre acabamos usando a moeda estrangeira, normalmente os turistas compram dólares americanos, mas se não formos pra os EUA, temos que trocar pela moeda do país como: Japão que é a moeda ienes se for pra argentina, tem que ser libras esterlinas, caso você já tenha feito isso você sabe como é as taxas de câmbio em ação. Mais tudo isso tem que saber como funciona.

Você já deve ter visto, ou ouvido noticiários dizer que o dólar americano fechou em alta hoje, que o real subiu em relação ao dólar americano. Isso às vezes nos deixa sem entender, e para isso precisa pesquisar, pois todos nos devemos saber como estar a finanças no mundo. E normalmente as moedas nacionais são muito importantes atualmente para a maneira como os economistas operam. Eles não expressam o valor de cada item das fronteiras dos países, mais saiba que nós precisamos das taxas de câmbio porque cada país nem sempre aceita a moeda de outro país.

Infelizmente nós não podemos comprar uma caixa de chocolate na Suíça com o real do Brasil. Você teria que ir o banco e comprar alguns francos Suíços com o seu real do Brasil. Mas saiba que a taxa de câmbio é o custo de uma forma de moeda em outra forma de moeda. A taxa de câmbio se deu porque antigamente as moedas do mundo eram trocadas por ouro. Ou seja, uma moeda em papel emitida por um governo do mundo, representava uma quantia real de ouro guardada em outro cofre desse governo.

Saiba que nos anos de 30, os EUA determinaram o valor do dólar americano em um único nível e invariável como: de 28 a 57 gramas de ouro valiam US$ 35. E depois da segunda guerra mundial, outros países basearam o valor de suas moedas no dólar americano. Já que todos sabiam quanto de ouro valia um dólar americano, então o valor das outras moedas em relação ao dólar americano pode ser baseado no seu valor em ouro. Saiba que uma moeda valia duas vezes a mesma quantidade de ouro que um dólar americano, e assim também valia dois dólares americanos. E assim infelizmente, o mundo real da economia transpôs esse sistema. Mas o dólar sofreu com a inflação e diminuiu, enquanto outras moedas passaram a ser mais valiosas e mais estáveis. E com isso os EUA não pode mais fingir que o dólar valia tanto quanto antes, e a força do mercado sozinha determinou o seu valor. O dólar americano ainda domina muito o mercado financeiro. As taxas de câmbio são expressas em termo de dólar.

Mais atualmente, o dólar americano e o euro somam cerca de 50% de toda a transação de câmbio da moeda do mundo. Ao acrescentar as libras, os dólares canadense, os dólares australianos e o iene a lista, a soma é de mais de 80% de todos os câmbios da moeda.

Precisamos também saber sobre moeda flutuante e moeda instável. Pois o mercado determina uma taxa de câmbio flutuante, que é a mesma coisa que uma moeda, vale o quanto os compradores quer pagar por ela. E isso determina uma oferta que é determinada pelo investimento estrangeiro, taxas de importação, exportação, inflação e um conjunto de outros fatores econômicos. Saiba que em geral, os países com mercados econômicos desenvolvidos e estáveis irão usar em um sistema flutuante. E que na pratica todos os grandes países usam esse sistema, inclusive os EUA. Canadá e Grã-Bretanha. As taxas de câmbio que são flutuantes e são consideradas mais eficientes já que o mercado irá corrigir de maneira automática a taxa, e para refletir a inflação de outras forças econômicas. Atualmente o Brasil usa a taxa de câmbio flutuante. O sistema de flutuação não é perfeito.

Se a economia de um país passa por uma instabilidade, um sistema de flutuação não irá incentivar o investimento. Pois os investidores podem ser vitimas de uma grande oscilação nas taxas de câmbio, principalmente tendo uma inflação desastrosa. Você pode ver um sistema flutuante no trabalho, que nos últimos meses, as mudanças na economia dos EUA e do Canadá fizeram com que o dólar canadense passasse a valer mais, durante anos um dólar canadense valia cerca de 75 centavos, e desde o começo de 2003, ele subiu para 75 centavos. No momento, os economistas não sabem se ele vai subir. Saiba que a taxa de câmbio instável está determinada artificialmente pelo governo. A taxa será estável para o dólar de alguns outros países, mas em geral, o dólar americano. A taxa não irar flutuar a cada dia, já no Brasil, durante vários anos principalmente na década de 80, esse foi o sistema adotado. Sabemos que o governo tem que trabalhar para manter sua taxa fixa estável. Onde os bancos nacionais devem contar com grandes reservas de moeda estrangeira para minimizar as mudanças na oferta e na demanda.

Mas se houver uma demanda repentina de uma moeda aumentando a taxa de câmbio, o banco nacional teria que liberar uma quantidade suficiente dessas moedas no mercado para atender a demanda. Mas há também a possibilidade de comprar moedas de uma demanda baixa, se estiver reduzido às taxas de câmbio. Para os países que tem economia potencialmente instáveis, em geral, usam um sistema estável. Já os países em desenvolvimento podem usar esse sistema para evitar que a inflação fuja do controle. No entanto saiba que, o sistema pode sair pela culatra se o valor do mercado no mundo real da moeda não for reflito pela taxa estável. Que neste caso, pode surgir um mercado negro, onde a moeda será comercializada no seu valor de mercado, sem considerar a estabilidade do governo, como ocorreu em varias ocasiões no Brasil.
As pessoas que compram dólar para viajar, compram parte do dólar pela taxa do governo, que no Brasil é chamado dólar turismo, e outra parte pelo câmbio negro, para completar os seus gastos. Quando as pessoas percebem que sua moeda não vale tanto quanto a taxa estável indica, elas podem correr para trocar o seu dinheiro por outras moedas mais estáveis. Essa poupança pode acarretar um desastre econômico. Já que a inundação repentina de uma moeda nos mercados mundiais faz com que as taxas de câmbio fiquem mais baixas. Saiba que se um país não cuidar muito bem de sua taxa estável. Poderá sim, ter uma moeda desvalorizada.

Já no Brasil em tempo de recessão e hiperinflação, foi uma forma concreta de poupança.

Saiba que na realidade, pouco sistema de taxa de câmbio são 100% flutuantes ou 100% estável. Se os países que usam uma taxa estável podem evitar entrar em pânicos no mercado, e desastres inflacionários através de uma estabilidade flutuante. Porém, eles estabilizam sua taxa em relação ao dólar americano e essa taxa não flutua a cada dia. Mas o governo tem que analisa periodicamente sua estabilidade e fazer pequenos ajustes para mantê-la de acordo com o valor real do mercado. Já no Brasil, por exemplo, onde o sistema é considerado flutuante, é comum o governo intervir ofertando ou comprando mais dólares para manter uma taxa de câmbio que interessa para sua política econômica e, sendo assim, manter o real estável e especulações que podem aumentar outros indicadores econômicos como a inflação.

Mas, mesmo assim, o mercado trabalha com dois tipos de cotações, que é a comercial e o paralelo.

Sabemos apesar da pequena diferencia, o dólar comercial é usado nas transações comerciais formais, sendo assim quando se comprar traveller cheques para viagens. O paralelo é usado para investimento ou transações informais. Mas os sistemas flutuantes não são deixados por conta das forças do mercado. Saiba que os governos que usam taxas de câmbio flutuantes fazem mudanças na sua política econômica nacional que podem afetar as taxas de câmbio, direta ou indiretamente. Como cortes de impostos, mudança nas taxas de juros nacional e tarifas de importação que podem alterar o valor da moeda de um país, mesmo que, se o valor flutuar tecnicamente. Saiba que se você viajar para o exterior e trocar seu dinheiro pela moeda de outro país.

Da próxima vez que você viajar para o exterior é trocar seu dinheiro pela moeda deste outro país, lembre-se de que as forças econômicas no mundo ajudaram a determinar a taxa de câmbio. Na verdade, ao trocar moedas, você é uma dessas forças econômicas, afinal também está ajudando a determinar a taxa de câmbio. Embora esse sistema funcione muito bem na maior parte do tempo, nem sempre ele é a melhor solução. No dia 1º de janeiro de 2002, o euro tornou-se a única moeda de 12 estados membros da união européia, passando a ser a segunda maior moeda do mundo, considerando ainda a primeira o dólar americano. Saiba que até hoje esse foi o maior acontecimento da moeda na historia do mundo. Por tanto 12 moedas nacionais desapareceram completamente e foram substituídas pelo euro. E hoje são 13 os países europeus que usam essa moeda.



Waldiney Melo

Título: Taxas de câmbio

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 2

764 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 17:07:55

    A Rua Direita agradece pelas explicações.

    ¬ Responder
  • paulopaulo

    11-11-2010 às 10:31:07

    1. o que determina a taxa de cambio?
    2. Quais os factores/variaveis que afetam a procura da quantidade de divisa?

    ¬ Responder
  • Alcides AndradeAlcides Andrade

    07-12-2009 às 12:10:36

    como e onde posso conseguir trocar real por rand da africa do do sul abs Alcides.

    ¬ Responder

Comentários - Taxas de câmbio

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios