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Parasitas de verão: como acabar com eles

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 9
Parasitas de verão: como acabar com eles

Eles aparecem nas estações mais quentes do ano e junto com a sua chegada, vêm problemas de saúde e danos ao patrimônio. Esses parasitas urbanos incomodam a população, infestam as casas e pátios em alguns casos, provocando muito tormento. As soluções para evitar a disseminação desses bichos são medidas de higiene bem rigorosas a fim de que a tranquilidade volte ao lar, sem mais incomodações ou preocupações desse tipo.

Os animais mais comuns dessas épocas quentes são as baratas, as pulgas, os carrapatos e os cupins. As pulgas e os carrapatos parasitam os cães e os gatos. Por vezes, ocorrem infestações desses parasitas não só nos animais, mas nos ambientes.  As pulgas, ao contrário do que se pensa, colocam seus ovos no ambiente. Alimentam-se do sangue dos cachorros que estão nas ruas e nas habitações. Colocam seus ovos no solo e alojam-se em frestras do piso, tapetes, carpetes e pilhas de papeis. Com a umidade e o calor as larvas eclodem dos ovos. Elas alimentam-se de poeira e, quando adultas, passam a atacar os animais a fim de encontrar alimento. A medida contra este parasita no ambiente, casa ou pátio, é desinsetizar com produtos anti-pulgas semanalmente até acabar com a infestação. Nos animais, o indicado é aplicar um produto adequado ao peso e a raça do cachorro. O produto que deve ser usado é um anti-pulgas indicado pelo veterinário. Essa medida deve ser sempre mantida para que assim se garanta a saúde do animal e a higiene do ambiente.

Outro animal parasita do cão é o carrapato. Assim como as pulgas, podem infestar não só os animais, mas o ambiente em que se encontram, causando doenças. O melhor a fazer é evitar que os cachorros passeiam por áreas livres sem o uso de anti-carrapatos – que, muitas vezes, estão juntos dos anti-pulgas – para que não pegue carrapatos caso passe por áreas infestadas. Sempre no retorno às saídas com os cachorros é recomendável que se examine os bichos para observar se há necessidade de usar um carrapaticidade com maior frequência. O carrapato é um parasita muito resistente. Os ovos e larvas dos carrapatos presentes no solo duram meses. Eles depositam os ovos em árvores, cascas, pisos, muros, frestas de paredes e vegetação. É importante, no combate a essa praga, que se utilize carrapaticidas tanto nos animais como nos ambientes. Cães com feridas, gestantes, filhotes e gatos devem evitar o uso desses compostos, salvo orientação veterinária. Os animais também não podem ingerir o carrapaticida e quem aplica deve proteger a área dos olhos, as mãos e o nariz para evitar absorção do componente. O ideal é usar luvas para esse tipo de higiene.

Em relação às baratas, elas somente aparecerão no interior das habitações se nelas houver algum tipo de material orgânico. Elas aparecem em bueiros, ralos sujos, paredes com gordura, lixo, locais com restos de comida, entre muitos outros. Elas se alimentam não só de restos de comida, mas também de cabelos, pedaços de unhas, gorduras e outros insetos mortos. Para sobreviverem precisam de água, alimento e abrigo. Tendo isso, alojam-se em geladeiras, fogões, ralos, lixeiras, esgoto, caixas de gordura, armários, e outros lugares.  Para acabar com o mal desse parasita o ideal é manter uma higiene impecável no mobiliário da cozinha, acondicionar bem os alimentos, evitar frestas em armários, evitar que a torneira fique pingando e qualquer outro vazamento na casa, limpar diariamente fogão e refrigerador e evitar acúmulo de lixo. As lixeiras devem estar sempre bem fechadas. Contudo, se ocorrer o aparecimento desse bicho, o recomendado é o uso de inseticida, tomando os devidos cuidados para evitar a ingestão de veneno.

E, por fim, outro parasita de clima quente que incomoda bastante o dia-a-dia com suas infestações e prejuízos aos bens materiais, é o cupim. Esse animal possui dois tipos. O mais conhecido é o cupim da madeira, mas tem o cupim subterrâneo, que cava túneis para se deslocar, passando até por paredes. As revoadas desses animais acontecem em climas quentes e úmidos, principalmente ao entardecer. No caso desses animais atacarem os móveis e as paredes o indicado é procurar ajuda especializada, pois não há medidas caseiras para acabar com o problema. É importante observar se há asas ou grãos nos móveis ou ainda pequenos caminhos de areia. Esses são sinais da presença do parasita que ataca especialmente peças mais antigas de madeira.

Tomando as devidas precauções e cuidados, pode-se muito bem passar pelas estações quentes e úmidas sem maiores preocupações quanto a pragas urbanas, protegendo com isso os animais de estimação e o mobiliário.


Rosana Fernandes

Título: Parasitas de verão: como acabar com eles

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 8

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Comentários     ( 9 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    15-07-2014 às 23:30:17

    Sempre aparecem nessa época! Mas, devemos acabar com eles, definitivamente! Adoei as dicas e vou segui-las.

    ¬ Responder
  • cassiodias

    03-01-2013 às 12:29:42

    bom saber...

    ¬ Responder
  • vilmavilma

    06-11-2010 às 17:02:42

    Boa tarde,
    como posso consegur este tal INSET .grata vilma

    ¬ Responder
  • António Luís Constantino TorresAntónio Luís Constantino Torres

    05-11-2010 às 22:57:51

    Bom dia

    Onde posso comprar esse produto (inset)que extremina 100% traças e cupins e qual o preço?

    Obrigado

    ¬ Responder
  • António Luís Constantino TorresAntónio Luís Constantino Torres

    17-09-2010 às 11:00:01

    Bom dia

    Onde posso comprar esse produto (inset)que extreemina 100% trças e cupins e qual o preço?

    ¬ Responder
  • SilviaSilvia

    06-03-2010 às 01:35:49

    @terezinha carvalho
    Favor informar como adquiro o produto para traças de parede.
    obrigada

    ¬ Responder
  • sandrosandro

    28-02-2010 às 18:46:00

    @terezinha carvalho
    ola,sou pintor de casas em geral.tenho um trabalhinho agora de passar um produto p.bicho da madeira,vc tem o produto?qual o valor,?obr.914865107

    ¬ Responder
  • marilice teixeiramarilice teixeira

    21-02-2010 às 01:15:51

    tenho em casa traça nas paredes, aquelas de casulo e tbem as outras sem asa , mas ageis e com perninhas....

    ¬ Responder
  • terezinha carvalhoterezinha carvalho

    17-02-2010 às 22:21:24

    Boa tarde
    tenho um produto (Inset) que extermina 100% cupins,formigas, traças, baratas e outros insetos, ele é 100 % orgânico e atóxico, feito a partir da arvore de neem, não faz mal ao homem ou animais, vem pronto para ser usado, é só borrifar e pronto

    ¬ Responder

Comentários - Parasitas de verão: como acabar com eles

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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