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Cure-se com varinhas de cristal

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Cure-se com varinhas de cristal

As varinhas de cristal são incrívelmente poderosas nos processos de cura e são as ferramentas mais potentes dos terapêutas.o motivo da sua eficiência é devido ao facto de que elas dirigem feixes altamente concentrados de energia para as regiões afectadas ou dolorosas do corpo.

Eram já usadas pelos místicos e curandeiros desde há muitos milhares de anos e pelos sacerdotes do Egipto. Estes usavam-nas como uma varinha mágica e de condão, como nos contos de fadas da Cinderela.

Com um cristal nas extremidades, as varinhas ampliam enormemente as energias do cristal. As mais usuais são as de qualquer tipo de quartzo, ou gema, em especial a ametista, quartzo rosa, cristal de rocha,fluorite e obsediana. Há também quem use de platina, prata, cobre ou ouro.

O seu cumprimento deve ser de trinta centímetros e alguns curandeiros colocam no seu interior ervas medicinais, símbolos de imagens,óleos, penas etc, para potenciar o seu efeito.

No entanto elas devem ser usada com muita sensatez. É necessário limpá-las, tal como um cristal qualquer, sendo o melhor processo, mergulhá-las em água e sal, passá-las em água corrente, limpar com um pano ou deixar ao sol.
Antes de serem utilizadas para cura, deve apontar-se a sua ponta para a terra, a fim de remover a negatividade.

A pessoa a tratar deve estar calma e confortável, em estado de meditação. O terapeuta aponta a varinha para a região a tratar. Esta enche-se da luz e energia do cristal, o que leva naturalmente à cura.

O terapeuta faz de receptor e o doente de emissor das energias do cristal. Deve por isso estar concentrado nele. Toda a energia nefasta é absorvida pela varinha e para a transmutar basta virá-la para baixo. Depois basta apontar novamente para o mesmo local ou outro que necessite tratamento.

O doente pode receber o tratamento sentado numa cadeira com as costas direitas. Deste modo, a energia flui livremente por todo o corpo. Pode ainda estar deitado, se preferir.

Não é necessário que o tratamento seja feito por um curador. Basta o doente estar calmo e relaxado e apontar o cristal para as zonas que necessitem ser curadas.

O importante é que a varinha esteja limpa e a dirija para baixo sempre que a aponta para a zona doente. Em poucos minutos a energia curativa do cristal é absorvida pelo doente.

Este meio de cura funciona como na meditação, sendo importante estar apenas concentrado, relaxado e numa posição confortável, para deste modo receber a energia de luz do cristal.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Cure-se com varinhas de cristal

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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