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A importância da água no organismo

Categoria: Saúde
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A importância da água no organismo

A água é um componente muito abundante nos organismos dos seres vivo, e é de extrema importância para sua sobrevivência.Ela é um grande solvente para substancias ,sendo solvente universal, e por isso as transporta com muita facilidade.

Mas por outro lado, quando evapora na superfície de animais ou vegetais essa superfície ela é resfriada ,uma vez que há a retirada de calor.Há muitos papeis da água nos organismos, sendo eles:Um ótimo solvente ,a água constitui o dispersante dentro da célula tanto de substancias inorgânicas como gás carbônico, sais minerais,oxigênios e outros como também substancias orgânicas, como amoniacidos, açúcares, proteínas e outros.

Na água da célula ocorre as reações químicas do metabolismo, sendo que nelas as moléculas estão dissolvidas em constante agitação e tem oportunidades de se encontrar e reagir.A água também tem o grande papel de transporte de substancias, sendo no interior da célula como também entre uma célula e outra, e entre o organismo e o meio externo.

Os alimentos,gases da respiração e excretas se dissolvem na água, e assim por ela são transportados.
A água tem seu papel no equilíbrio térmico, na sua regulação.Ao evaporar na superfície dos organismos, no seu processo de transpiração , a água retira o calor.

Nos animais que mantém sua temperatura constante , como os mamíferos , que são homeotermos ,a transpiração esta relacionada a sua manutenção da temperatura.A água tem agente potente como lubrificante, estando presente em regiões que há atritos, como nos ossos ,nas articulações e entre os órgãos, assim protegendo.

Quanto maior for o metabolismo,assim maior será a taxa de água encontrada na sua atividade metabólica.Como nos músculos humanos , que são muito ativos , tem sua maior taxa de água do que nos ossos que são metabolicamente pouco menos ativos que os músculos.

No encéfalo do embrião humano tem 92% de água ,sendo que no encéfalo adulto já menor , sendo 77,8%.Isso quer dizer que é interessante saber que a atividade metabólica geral, em pessoas com mais idade , é bem menor do que as do jovens.

A quantidade de água em alguns órgão humanos , pode seguir essa tabela:
No encéfalo de um embrião sendo 92%
Músculos 83,4%]
Coração 70,9%
Ossos 48,2%
A água como vimos, é de extrema importância para todos os seres vivo e sua manutenção.


Vanessa Camila Borri

Título: A importância da água no organismo

Autor: Vanessa Camila Borri (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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