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Quer economizar energia na iluminação?

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Quer economizar energia na iluminação?

A iluminação artificial consome cerca de 19% de toda a energia elétrica produzida no mundo e sendo assim, é necessário pensar em equipamentos e sistemas de iluminação mais eficientes e econômicos para reduzir o consumo desse recurso energético.
Renovar os sistemas de iluminação artificial em comércios, indústrias e residências proporciona economia financeira, de recursos e contribui para a preservação do meio ambiente.
Separamos algumas informações importantes para quem deseja fazer algumas mudanças na iluminação artificial.

1.Lâmpadas incandescentes são as que mais consomem e desperdiçam energia elétrica.
As lâmpadas incandescentes são as que apresentam o menor custo benefício, quando comparadas às lâmpadas fluorescentes (tubulares e compactas) e às lâmpadas de LED.
Cerca de 80% da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes é transformada em calor, somente 20% é convertida em iluminação e a reprodução de cores é relativamente deficiente com esse tipo de iluminação.
O próprio consumo de energia elétrica para o funcionamento é cerca de 10 vezes maior que o consumido por uma lâmpada de LED.

2.Instalar lâmpadas fluorescentes ou de LED?
Lâmpadas fluorescentes consomem cerca de 65% menos energia que as lâmpadas incandescentes e também convertem menos energia em calor, quando comparadas às últimas.

Os dois tipos mais conhecidos de lâmpadas fluorescentes são as tubulares e as fluorescentes compactas (CFL) sendo que estas são produzidas para se encaixarem nos mesmos bocais que as incandescentes.

A troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes já proporciona uma economia relevante.
As lâmpadas de LED (que são os diodos emissores de luz) são as mais econômicas e energeticamente eficientes do mercado, pois (comparando-as às incandescentes e fluorescentes) consomem pouquíssima energia elétrica para funcionamento, são fabricadas com plástico resistente que não quebra, possuem vida útil de aproximadamente 50mil horas e a quantidade de energia que convertem em calor é irrelevante.

Em caso de se optar por substituir a iluminação artificial de um ambiente é importante saber que já existe no mercado lâmpadas tubulares de LED com os mesmos tamanhos das lâmpadas fluorescentes tubulares, o que torna possível o aproveitamento das luminárias já instaladas.

Outro ponto positivo é que as lâmpadas tubulares de LED podem ser instaladas diretamente na rede elétrica e não precisam de reatores para o funcionamento.

As lâmpadas de LED fabricadas atualmente possuem boa reprodução de cores, mas esse ainda é um ponto a ser melhorado nesse tipo de produto.

Há também que se considerar o fato de que o preço das lâmpadas de LED já é bem acessível, e mesmo sendo mais elevado que o preço das demais, o custo-benefício vale a aquisição da iluminação de LED.
De forma geral, podem-se fazer a substituição de lâmpadas incandescentes instaladas por lâmpadas fluorescentes ou de LED com desempenho similar, desde que no local não sejam realizadas atividades que necessitem de iluminação específica.

3.As cores do ambiente interferem no desempenho da iluminação?
Sim. As cores escuras absorvem parte da iluminação, enquanto as cores claras refletem a iluminação e ajudam no desempenho das lâmpadas e luminárias.

Esse fator interfere substancialmente no consumo de energia para a iluminação artificial de uma ambiente, de forma que o mais indicado é pintar tetos com a cor branco neve (fosco), e as paredes na cor branco gelo, caso não sejam realizadas ali atividades específicas que necessitem de iluminação específica.

4.Quais mecanismos e equipamentos ajudam no controle automático da iluminação?
Sensores de presença – Equipamento que pode ser instalado em locais cujo trânsito de pessoas seja maior que a permanência. Esses equipamentos só ligam a iluminação artificial quando detectam a presença de pessoas, e também podem ser regulados para o desligamento após determinado espaço de tempo.
Essa é uma boa forma de se evitar que lâmpadas sejam esquecidas acesas em locais como sanitários, vestiários, depósitos e cantinas.
Sensores de fotocélulas – Equipamento que pode ser instalado em locais onde a luz natural tem potencial de aproveitamento durante o dia. O equipamento é fabricado para só ligar as lâmpadas quando registram que a iluminação natural é insuficiente para o local.

Grande parte da iluminação pública possui esse sistema, ou seja, automaticamente aciona as lâmpadas quando escurece o dia e as apaga quando o dia amanhece.

Minuteria – A minuteria é um dispositivo de acionamento automático de lâmpadas e luminárias, que pode ser regulado para manter esses equipamentos ligados apenas pelo tempo programado no sistema.

A minuteria pode controlar uma quantidade limitada de lâmpadas, que depende da potência dessas.
Em locais como garagens, as minuterias podem ser instaladas juntamente com sensores de presença para garantirem a iluminação do ambiente e segurança dos usuários, bem como a economia de energia elétrica.

Divisão dos circuitos – É importante que em ambientes com grandes áreas (acima de 150m²) seja feita a divisão da iluminação em dois ou mais circuitos, para que haja a opção de se acender todas as lâmpadas ou apenas algumas. Se o ambiente não será ocupado completamente, o acionamento de apenas parte da iluminação artificial pode ser suficiente para o momento.

5.E a iluminação natural?

A iluminação natural é aquela que é produzida pela incidência de luz solar e tem vantagens, além da economia financeira, sendo que uma delas é que a luz do sol ajuda a combater a presença de fungos e ácaros em um ambiente, tornando-o mais saudável.

Se há a possibilidade de se aumentar (em quantidade e dimensões) as aberturas para iluminação e ventilação naturais de um ambiente, o ideal é que isso seja feito, já que esse tipo de iluminação não tem custos de utilização.
Não basta abrir portas ou janelas em locais aleatórios nos ambientes.

É importante que essas aberturas possam ajudar no bom uso e desempenho das atividades desenvolvidas em determinados ambientes, considerando inclusive os horários de uso desses locais.


Danília Oliveira Gonçalves

Título: Quer economizar energia na iluminação?

Autor: Danília Oliveira Gonçalves (todos os textos)

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Comentários - Quer economizar energia na iluminação?

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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