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Biodiesel, principais vantagens e desvantagens

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Biodiesel, principais vantagens e desvantagens

O biodiesel tem vindo a assumir-se cada vez mais como uma alternativa real e viável ao uso de combustíveis fósseis, como o petróleo, cuja prospeção é cada vez mais onerosa. O biodiesel, tal como o nome indica, provém exclusivamente da transformação e adaptação de óleos vegetais caseiros (soja, girassol, etc.) para a sua utilização em motores a diesel (automóveis, camiões, carrinhas, tratores e geradores). Atualmente existem já veículos exclusivamente movidos a biodiesel, como é o caso de autocarros que circulam em cidades europeias e sul-americanas. Analisemos, pois, quais as vantagens e as desvantagens relacionadas com o uso deste biocombustível.




As principais vantagens relacionam-se com o facto de ser uma energia renovável e biodegradável, sem apresentar índices de toxicidade; o biodiesel é facilmente transportável e implica menores riscos de explosão (cerca de metade) comparativamente ao petróleo; os carros movidos a biodiesel apresentam, igualmente, menor risco de incêndio e explosão; a utilização massiva do biodiesel constituiria um incomparável benefício para a natureza, uma vez que diminuiria significativamente o efeito de estufa; é gerador de emprego, uma vez que, a massificar-se, terão de abrir-se fábricas novas e criar-se novos campos de cultivo de oleaginosas, pelo que milhares de postos de trabalho serão criados; os produtores rurais poderão aproveitar a sua própria produção e, assim, poupar nos gastos energéticos.

Os subprodutos do biodiesel poderão vir a ser usados como nutrientes para os solos cultivados; a energia produzida por litro é quase igual à do petróleo; aplicável nas estritas exigências do Protocolo de Quioto; melhora a ignição do motor e, finalmente, não implica a transformação dos motores já criados, o que lhe dá um sucesso quase imediato e garantido.

Todavia, nem tudo são rosas e as desvantagens existem. Saiba quais são: o biodiesel proporciona uma menor explosão nos motores, logo gera menos energia; pode vir a ser mais caro do que o diesel normal, dependendo da oleaginosa utilizada; a exploração desmedida de solos, o desbravamento de matas e a especialização da produção numa só oleaginosa podem originar uma diminuição da biodiversidade e problemas relacionados com a presença de novos insetos, como o da malária; o preço dos alimentos tenderá a subir, pois a soja e o milho, por exemplo, passarão a servir não só de alimento, como também de combustível; finalmente, o biodiesel não é uma energia totalmente limpa e gera, igualmente, emissões de CO2, apenas em quantidades muito menores.

Pesem-se, pois, ambas as vantagens e desvantagens e opte-se pela melhor solução para preservar o nosso planeta e as espécies que o habitam (animais e vegetais).


Isabel Rodrigues

Título: Biodiesel, principais vantagens e desvantagens

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • Manuel Aguirre

    15-03-2013 às 16:11:25

    Desvantagens mencionadas são somente para o biodiesel produzido no Brasil a partir de oleaginosas. pode ser produzido a partir de algas, cobinando melhora ambiental e produção de combustivel. O Depto de energia de EEUU fez abundante pesquisa mas suspendeu quando passou a crise de petróleo. Tem variedades de algas que produzem biodiesel melhor que do petróleo sem precisar esterificação e a custo muito menor. Muita pesquisa mundial em segredo, mas somente necessita ideias claras e capital para isolar variedades de maior rendimento. Métodos de cultivo em grande escala necessitam definir métodos de tratamento dos resíduos. Pode usar esgoto sanitário, depurando a água. Teoricamente é possível fechar o ciclo:
    CO2 energia solar algas = biocombustível resíduos O2.
    Resíduos fermentação anaeróbia = biogas CO2
    biocombustível O2 = nergia elétrica energia térmica.
    Mais info na BAE - UNICAMP Tese Mestrado Manuel Aguirre.

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    17-09-2012 às 19:17:18

    Interessei-me muito por esse trecho: “As principais vantagens relacionam-se com o facto de ser uma energia renovável e biodegradável, sem apresentar índices de toxicidade...”. Isso indica que formas de evitar o degaste do meio ambiente já existem, notícia ótima!

    ¬ Responder
  • eduardoeduardo

    22-05-2012 às 00:41:27

    bio dieesell bobo

    ¬ Responder
  • paloma inàciopaloma inàcio

    03-06-2010 às 00:23:57

    o biodiesel é uma òtima idèia para preservar à natureza e reusar o òleo de cozinha.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãosocrates

    19-05-2010 às 19:14:04

    sim tem, obrigado por gostar de Portugal

    ¬ Responder
  • danuxdanux

    12-05-2010 às 18:53:58

    oi sabe me dizer se o biodisel tem como sub produto a glicerina ?

    obrigada

    ¬ Responder

Comentários - Biodiesel, principais vantagens e desvantagens

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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