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Como Ministrar Aula Bíblica Às Crianças

Categoria: Evangélicas
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Como Ministrar Aula Bíblica Às Crianças

Ministrar uma aula bíblica para criança não é nada fácil. Com tantas distrações e mudanças no aprendizado, o ensino bíblico à elas precisa ser atraente, dinâmico e transformador. E a boa notícia é que isso pode ser possível quando se está disposto a seguir o exemplo do maior mestre de todos os tempos: Jesus Cristo. Saiba aqui de 3 formas que Jesus usava para ensinar ao povo e aplique-os na vida delas com toda a dedicação e, principalmente, amor.

O mais importante não é saber ensinar, e sim como ensinar. A utilização do método correto para ensinar crianças com eficaz é o grande desafio hoje. Ensinar é mais que falar. Ninguém melhor que Jesus Cristo para ensinar de forma coerente e poderosa. Eis algumas delas para aplicação no ensino bíblico.

1 - Seu ensino era criativo
Como em todos os episódios ao ensinar as pessoas. Ele nunca utilizava a mesma maneira. Era criativo em sua forma de linguagem para que todos aprendessem. As perguntas que fazia as pessoas sempre instigava a reflexão. Nas crianças isso soa com muito impacto, visto que elas adoram interagir com o professor. A aprendizagem é muito mais eficaz quando as crianças também falam. Jesus usava muito também seu ensino em forma de parábolas, Ele era mestre em contar histórias.

2 - Seu ensino era cativante
Em tudo que ensinava Ele cativava as pessoas. Você professor precisa cativar suas crianças. Uma das funções do professor é se tornar amigo dos seus alunos. Jesus sempre estava envolvido com as pessoas.

3 - Seu ensino era evolucionário
Tirar as pessoas de onde elas estão para onde elas deviam estar, deve ser o alvo de todo professor que ensina às crianças. Jesus fazia muito isso, sempre enxergava a evolução na vida dos ouvintes. Não se contentava em apenas apresentar uma verdade, Ele as capacitava a fazer as melhores escolhas possíveis.

Dentre todos esses métodos, com certeza, a rotina e a monotonia não farão parte do seu ensino. Que aplique de forma contínua, com entusiasmo e acima de tudo, que ensine com o próprio amor que Cristo ensinou durante seu período na Terra. Um dia, elas vão crescer e lembrar a semente que foi tão bem plantada em seus corações.


Luene Zarco

Título: Como Ministrar Aula Bíblica Às Crianças

Autor: Luene Zarco (todos os textos)

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Comentários - Como Ministrar Aula Bíblica Às Crianças

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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