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Passeio de Mar

Categoria: Viagens
Comentários: 3
Passeio de Mar

Hoje convido-vos a conhecerem a ilha do Faial pelo mar.

A primeira coisa a fazer será a reserva numa das muitas empresas que fornecem esse tipo de serviço. Se desejar um passeio cheio de aventura, arrisque-se e “salte” para um barco semi-rígido, caso prefira um passeio mais calmo e agradável prefira o barco tipo “catamaran” onde pode encontrar na empresa José H. G. Azevedo ou na empresa Norberto Diver.

A rota do passeio pode variar muito, mas vou descrever-lhe uma das que já fiz e que achei “Divinal”.

Saímos da Marina da Horta com direção ao lado sul da ilha. Só na saída já sabia a grandiosidade de beleza e encanto que esta viagem me iria proporcionar, bastava olhar simplesmente para a “nossa” Baía, frisando novamente, que é uma das 37 mais bonitas Baías do mundo. Pertinho do Monte da Guia visitamos umas das muitas grutas que existem ao longo da costa faialense, seguimos sempre pelo lado sul, apreciando uma beleza inimaginável junto da “Ilha Azul”.

Navegámos sempre com rumo ao Vulcão dos Capelinhos, Passando pela Ponta Furada e pelo Morro de Castelo Branco com as gaivotas como companhia…uma melodia única...

Se a paisagem bucólica do que supostamente teria sido uma tragédia em 1958 é bela vista de terra, tente imaginar observá-la do mar, com um pôr-do-sol e um céu estupidamente limpo, as rochas e cinzas com tons avermelhados e acobreados… não existem adjetivos que possam descrever tamanha beleza.

Depois de alguns minutos a acompanhar o pôr-do-sol está na hora de regressar, fazemos a volta e desta vez regressamos não tão junto à costa e rumamos um pouco mais para “mar alto”. Corria a viagem de regresso com toda a normalidade, quando que, para meu espanto, aparecem golfinhos, tantos golfinhos… saltavam, faziam piruetas e quase entravam para dentro do barco. Um espetáculo que ninguém previa, um cenário belo, magnífico e fascinante. Um animal que está no seu habitat natural, livre e a exibir-se tão naturalmente…Não me cansaria de ter visões assim todos os dias. Infelizmente tivemos que continuar a nossa viagem de regresso.

Continuámos deslumbrados com toda a beleza que a nossa vista alcançava, mas algo ficava na mente e na memória sempre presente… Aquela paisagem do Vulcão dos Capelinhos…

Amanhã lá iremos e exploraremos uma tragédia que se tornou tão bela!
Até já…


Elisa Silva

Título: Passeio de Mar

Autor: Elisa Silva (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    18-04-2014 às 23:32:36

    A Rua Direita concorda com tudo escrito e fica feliz por existir os mares que são ótimos destinos de viagens!

    ¬ Responder
  • José Francisco Pato

    04-11-2013 às 14:31:15

    Dado que durante a minha estadia na Armada ,percorri várias vezes , em serviço, toda essa costa Faialense . Parabéns pelo seu comentário . Obg.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJosé Francisco Pato

    04-11-2013 às 14:29:56

    Dado que durante a minha estadia na Armada ,percorri várias vezes , em serviço, toda essa costa Faialense . Parabéns pelo seu comentário . Obg.

    ¬ Responder

Comentários - Passeio de Mar

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Um sinal de compromisso

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Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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