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Descobrindo a Chapada Diamantina

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Viagens
Comentários: 1
Descobrindo a Chapada Diamantina

No Brasil não temos tantos relevos a se desfrutar, quando estudamos turismo observamos que há falta desses atrativos como tem em países lá fora. São inúmeros onde você vê os lugares mais lindos para conhecer e aproveitar a neve, a maré, mas aqui também possuímos muitas riquezas naturais como as praias, as montanhas, as serras, cachoeiras, florestas, e assim por diante.

Temos no Brasil três chapadas. A Chapada Diamantina, a Chapada dos Guimarães e a Chapada dos Veadeiros. Quero me atentar para a Chapada Diamantina, ela é bem conhecida, famosa e uma das mais visitadas pelos turistas do mundo inteiro. Gostaria muito de conhecê-la, poder passar pelas suas trilhas, serras, sentir o cheiro das plantas, das árvores, das águas.

Se você vai viajar para o nordeste, especifiamente para a Bahia, não pode deixar de conhecer a Chapada Diamantina. Ela possui variados atrativos naturais, culturais, históricas e sem falar da paisagem que ela proporciona aos seus aventureiros, aos turistas de tudo que é lugar.

Você encontra grutas, cachoeiras, rios, serrados, muita fauna, vales, flora, dá também para praticar esportes radicais, escaladas, desfrutar de muita aventura como também proporciona muita calma e tranquilidade. Você conta com um passeio diferente, com belas paisagens, muito verde pelas trilhas e uma agradável sensação de bem-estar. Com certeza, terás muito o que falar e comentar aos seus amigos e colegas.

Diante de toda a Chapada Diamantina há mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias, trepadeiras e ainda animais que você geralmente não encontra com tanta facilidade como: tamanduá-bandeira, tatu-canastra, porco-espinho, muitas espécies de cobras e pássaros. Todo esse cenário está aos cuidados do Parque Nacional da Chapada Diamantina, que tem todos os direitos sobre o lugar e que é responsável de preservá-la. Que tal um passeio por ela?

Dentre as opções de lugar vale destacar a Cachoeira da Fumaça, do Mosquito, o poço do diabo, salão das areias colorias, além de seus restaurantes excelentes que possuem por lá, vale a pena caminhar, caminhar, caminhar, esteja preparado para isso, pois você vai ter que andar muito pelos lugares da Chapada Diamantina. Arregace as mangas e desfrute dos melhores locais, não perca nada, aproveite tudo, cada minuto, cada hora, faça valer o tempo e dinheiro ali.


Adriana Santos

Título: Descobrindo a Chapada Diamantina

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-06-2014 às 23:09:24

    Também adoraria conhecer a Chapada Diamantina, apesar de ter estado no estado, mas não pude visitar. Espero ir numa outra ocasião.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Descobrindo a Chapada Diamantina

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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