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Passeio de Inverno

Categoria: Viagens
Comentários: 1
Passeio de Inverno

Apetece-lhe viajar? Apetece-lhe algo diferente, encantador ou até mágico? Venha viajar comigo!
A ilha do Faial proporciona-lhe a magia de um clima tropical, a incógnita do que poderá fazer no dia seguinte, de não poder fazer planos, porque o clima o que tem de incerto também tem de belo.

Vamos começar por marcar a viagem com alguma antecedência, pois os preços são bem mais baixos. Seguidamente procuraremos local para pernoitar, para isso, aconselho vivamente as Casas de habitação ou Casas de Turismo Rural. Nomeio e descrevo hoje algumas que ao experimentarem não se arrependerão com certeza:

Casa do Capitão

Situada em pleno norte da ilha, na freguesia rural dos Cedros, a CASA DO CAPITÃO é um autêntico oásis de paz e tranquilidade.

A casa de arquitetura tradicional faialense, construída em pedra vulcânica, esta rodeada de campos de cultivo, eiras, árvores de fruta, currais de animais, campos de pastagem. Cinco jardins esperam pela sua visita!

No intervalo das casas, em forma de pátios, junto à cisterna, em cima de eiras, com vistas panorâmicas;
Os jardins da CASA DO CAPITÃO foram crescendo nos últimos anos, com plantas endémicas, sub-tropicais e algumas até mesmo exóticas, perfeitamente adaptadas ao clima açoriano. Em qualquer estação do ano, os jardins da casa têm um colorido próprio e sempre muito atrativo.Com bom tempo, os pequenos-almoços podem ser saboreados no Jardim da Eira. No Jardim do Mirante poderá, sob pedido, tomar um chá de fim de tarde com vista para o imenso oceano Atlântico.

Quinta da Meia Eira

A Quinta da Meia Eira é uma moderna casa de campo situada na Ilha do Faial, nos Açores. A tranquila propriedade com 60 000 m² inclui uma piscina interior aquecida, um jardim, um solário e desfruta de vistas de longo alcance sobre o mar.

A Meia Eira providencia quartos twin e duplos, bem como apartamentos com 1 quarto. Os quartos duplos e twin possuem ar condicionado e casa de banho privativa com secador de cabelo, bem como acesso Wi-Fi gratuito, televisão por satélite, varanda, pátio e terraço. Também proporcionam vista sobre o mar, jardim e montanhas. Os apartamentos com 1 quarto desfrutam das mesmas comodidades, para além de uma sala de estar com sofá e de uma kitchenette totalmente equipada.

A Ilha do Faial é composta por áreas verdes e praias naturais, onde os hóspedes podem explorar livremente com uma das bicicletas gratuitas disponibilizadas pela propriedade. A Quinta da Meia Eira inclui um terraço para banhos de sol, onde os hóspedes podem desfrutar da leitura de um livro da biblioteca gratuita.

E como ainda muito temos a fazer para preparar a “nossa” viagem, no próximo artigo continuarei a dar-lhe todas as dicas necessárias para passar “aquelas” férias.
Até já!


Elisa Silva

Título: Passeio de Inverno

Autor: Elisa Silva (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    18-04-2014 às 23:35:17

    A Rua Direita deseja a todos: uma excelente viagem!

    ¬ Responder

Comentários - Passeio de Inverno

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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