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Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Categoria: Outros
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Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Cada vez mais somos escravos do consumismo. Viciámo-nos em «topos de gama», roupas de marca, na alta tecnologia, e em tudo o mais que é supérfluo, mas que acabamos por comprar porque a publicidade assim no-lo impinge, constantemente e em todo o lado. Os nossos filhos exigem-nos tudo o que os colegas usam, ainda que na semana seguinte já estejam noutra e tenham juntado mais um objecto àquela pirâmide de coisas que costumamos doar às famílias carenciadas por altura do Natal…

Fazemos uma lista de compras irrisória, pois na maioria das vezes, atafulhamos o carrinho de compras, com produtos da promoção, sem que no entanto, levemos para casa uma terça parte do que era suposto, e muito mais do que necessitávamos… Afinal, se todos têm… porque não havemos nós de ter também? E estava tão barato… Ainda que não nos faça falta nenhuma ou que acabemos por não comprar o que realmente necessitamos, por já termos estoirado com o saldo disponível para esse mês… O importante é seguir as modas e ter o que todos têm … Tudo está bem… desde que haja uma conta-ordenado ou um visa que nos tape os buracos no orçamento! E no mês seguinte, voltamos à carga !! E tudo recomeça de novo!

Não passamos sem os telemóveis, contactamos com os amigos e com os colegas de trabalho, com os que estão perto e com os que estão distantes, com tudo e com todos, por todos os motivos e mais algum, através de SMS, MMS, emails, chat’s ou messengers. Até os recibos de ordenado e as facturas das contas da luz, telefone, Internet, TV Cabo, etc, já vêm por suporte informático, a fim de poupar papel… Sabemos tudo o que se passa em casa dum amigo que vive do outro lado do mundo e que nunca vimos, o qual apenas conhecemos por «navegar» nos mesmos «sites» que nós, e muitas das vezes, não nos damos ao trabalho de perguntar a quem está sentado ao nosso lado, às pessoas que amamos, aos nossos amigos, ou às pessoas com quem trabalhamos, como estão de saúde, como lhes corre a vida, quais os hobbies que têm, que tipo de desporto praticam, o que fazem nos tempos livres, ou porque têm um olhar tão triste, ou um semblante tão carregado… Quantas vezes por mera casualidade não descobrimos interesses comuns e que desconhecíamos completamente, com as pessoas que nos estão próximas?? Muitas vezes, inclusive, com anos infinitos de convívio diário….

Quantas são as pessoas que se envolvem em causas humanitárias a nível mundial, e fingem ignorar as dificuldades do vizinho da frente? Quantas voltam o olhar quando encontram à porta dum supermercado algum mendigo a pedir comida para os filhos? Quantos atravessam a rua quando se deparam com alguém que dorme tendo o céu como tecto e um jornal como cobertor, e no entanto, fazem voluntariado a servir sopas aos sem abrigo numa associação qualquer, ou voam no primeiro avião para ajudar os carenciados num país longínquo nos confins do continente africano ?? quantos juntam latas de conserva, arroz e açúcar para enviar para uma zona destruída por um tufão, mas jamais se lembraram de oferece um prato de comida ao vizinho de cima, que tem 4 filhos para sustentar e está desempregado à 3 meses? É importante fazer tudo isso, mas não o é menos, fazermos o bem a quem está perto…
Na verdade, a humanidade desenvolveu todo o seu potencial científico, técnico e material, descobriu novos mundos, conquistou o inacreditável, e cada vez mais se afastou de si mesma. Poucos e raros, são aqueles que nunca deixaram de cultivar o espírito, que não se afastaram das suas crenças, que incentivaram o que o ser humano tem de melhor.

No entanto, a época é de mudança. Começarmo-nos a aperceber desse excesso de consumismo e dessa falta de apego ao que é espiritual, por si só, já é abrir uma brecha para um novo caminho…

Surge, actualmente, a percepção de tudo isto. O espírito de abertura, (ainda que não concordemos com o que dizem ou que duvidemos do que é dito), permite-nos abranger um número ilimitado de opções. Não é necessário ter uma fé cega em Deus, para que a vida corra melhor, mas é fulcral que acreditemos que tudo é possível, que tudo passa, que nada é em vão, que não há limites para quem crê e para quem luta persistentemente, sem nunca baixar os braços…

Convivermos com pessoas de diferentes idades, etnias, crenças, ideologias e nacionalidades, não nos torna iguais a elas, contudo, reafirma-nos que existem pessoas muito diferentes de nós, com grande valor e ideias diversas. Saber ouvir, observar, analisar o que dizem ou fazem, não nos leva a acreditar, mas leva-nos a aceitar a diferença, e como primeiro passo para a mudança e para a evolução, isso basta !!


Susana Farias

Título: Consumismo vs Nova Consciência Espiritual

Autor: Susana Farias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Susana FariasSusana Farias

    26-09-2014 às 20:56:07

    :) Gratidão, Fernanda!
    Bjoka grande; tudo de bom para si!

    ¬ Responder
  • Susana FariasSusana Farias

    26-09-2014 às 20:54:55

    Yuri, imensa gratidão pelas palavras!
    Concordo plenamente! Doar, repassar, reciclar, reformar, transformar, retransformar, são soluções ótimas!

    Não consigo entender o hábito da acumulação de objectos... muito menos que alguém tenha algo, "só porque sim", por ser "fashion" ou porque fulano ou sincrano tem...
    Segundo o Feng Shui, tudo deve ser usado ou passado adiante! O que não se usa, acumula mau Chi... é superflúo e estagna e drena a nossa energia! Uma casa simples, arejada, colorida e cheia de luz, faz qualquer um sentir-se em casa, ainda que viva só!

    :) Tudo de bom!

    ¬ Responder
  • Yuri SilvaYuri

    06-09-2014 às 18:37:32

    Por uma vida mais simples - este é o segredo! Custamos a descobrir que são os pequenos detalhes e uma vida simples. Aplique o hábito da eliminação, nos faz muito bem!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFernanda Gouveia e Sá

    10-08-2012 às 23:43:38

    :) excelente!
    Concordo

    ¬ Responder

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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