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Insucesso Escolar

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Insucesso Escolar

O insucesso escolar é caracterizado pelo baixo rendimento escolar dos alunos que, por inúmeras e distintas razões, não conseguiram obter resultados satisfatórios no período escolar e que, como consequência, são retidos. O insucesso escolar ocorre quando um aluno não tem interesse e não se dedica às tarefas escolares com motivação.

Esta problemática afeta um em cada três alunos em Portugal.

As causas do Insucesso Escolar incidem sobretudo nos jovens e na família, no entanto, o meio escolar, social, económico e cultural também têm a sua importância.

A prevenção é o papel do jovem e de todos os que o rodeiam. A prevenção de maneira precoce das dificuldades de aprendizagem é a melhor forma de precaver o Insucesso Escolar. O desleixo e a preguiça são os piores inimigos. Os pais são essenciais na prevenção do Insucesso Escolar dos filhos. Devem estar atentos às mudanças dos jovens e evitar acusar as más companhias ou a Escola dos seus resultados negativos. Os pais devem, no entanto, aceitar a autonomia e independência dos filhos, para que estes se apercebam de que estão a crescer e, gradualmente, se tornem responsáveis.

O ponto fundamental é o diálogo. Os pais devem estar presentes para guiar e aconselhar. O facto de um jovem ter 18 anos não significa que já se pode orientar sozinho e que não necessita do apoio dos pais.

O ponto de vista do educador e filósofo, Paulo Freire, relativamente à educação é aquele com que mais concordo. Paulo Freire vê a educação essencialmente como uma intervenção, isto porque, sem educação não temos conhecimento, nem possibilidades de ascender de forma profissional ou, até como seres humanos.

A educação é a grande criadora da sociedade. Sem ela, a comunidade estaria desorganizada e incapaz de realizar diversas funções. Se o ser humano não se preocupasse em aprender e ensinar, provavelmente ainda pensaríamos que a Terra é plana.
O ser humano é curioso por natureza, por isso não entendo o Insucesso Escolar. Não consigo compreender porque é que algumas pessoas preferiam não estudar e ficar em casa sem nada com que se entreter.

Até esta problemática ser combatida, teremos de enfrentar imensas dificuldades. Ou então, será assim para sempre. Cabe a cada um de nós decidir como deverá ser o futuro. Para mim, desistir da escola é desistir da vida.


Miaumiaumiau

Título: Insucesso Escolar

Autor: Miaumiaumiau Miaumiaumiau (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    28-07-2014 às 15:33:38

    Acredito que os pais devem acompanhar o andamento de estudos dos seus filhos. Às vezes, esses alunos sentem-se dificuldade e não tem com quem conversar, pois os pais estão muito ocupados e não dão atenção. Eles precisam de muito incentivo e cobrança não muito exagerada.

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    16-09-2012 às 21:49:14

    Este é um problema dos mais complicados com que pais e professores se deparam. O desinteresse é muitas vezes o causador e tendo em conta as condições com que muitos professores se deparam a nível de escolas e ministério, as coisas não têm tendência a melhorar. Um trabalho entre casa e escola é sempre o ideal, mas a prevenção é de facto o mais indicado.

    ¬ Responder
  • MiaumiaumiauSara Priscila

    03-07-2012 às 17:15:29

    Concordo, mas como aluna também tenho observado professores que fazem tudo pelos seus jovens e eles não retribuem da mesma foram. Estão cada vez menos interessados.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla

    02-07-2012 às 12:37:46

    O problema começa nas escolas e em como os professores dão as aulas, esta certo que não são todos, mas grande parte...

    ¬ Responder

Comentários - Insucesso Escolar

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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