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Um Belo Chute Para Avançar

Categoria: Flash Read

Avancemos cada dia! A nossa vida é cheia de obstáculos, adversidades, surpresas e tem horas que desanimamos. Acredito que o desânimo ocorre porque já estamos cansadas das lutas diárias e não temos visto os resultados assim tão visíveis. Queremos ver o imediato! Mas, é nesse momento que precisamos avançar. É quando o desânimo vem é que não podemos parar!

Faça tudo que for preciso, mas não pare! Faça o pouco! Siga adiante, mesmo que suas emoções falem o inverso. Já tive muitos momentos em que me encontrava desanimada por visivelmente nada acontecer. Temos que aprender a não se prender no "ver". Deus está agindo, INVISIVELMENTE.

Um belo chute, muitas vezes, nos faz prosseguir. É preciso um empurrãozinho de alguém que venha nos acordar por estarmos dormindo, pode ser que alguém chame atenção. O chute dói, mas passa!

"Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovado dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno"
2 Coríntios 4: 16 – 18

Luene Zarco

Título: Um Belo Chute Para Avançar

Autor: Luene Zarco (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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