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Como se frita isto e aquilo?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Comentários: 6
Como se frita isto e aquilo?

Os fritos não fazem bem. Fazem colesterol, engordam, contribuem para doenças cardiovasculares, diabetes, etc., etc., etc. …

Tudo o que é frito faz mal, mas sabe tão bem…

Batatas fritas, alheiras de Mirandela, sonhos e filhoses, bifes e ovo a cavalo, enfim, um não mais terminar de iguarias que nos trazem água na boca a qualquer altura do dia.

Todos os que cozinham regularmente julgam-se capazes de fritar qualquer coisa em qualquer fogão, mas na realidade existe truques e dicas para conseguir fritar determinados alimentos. Já lhe aconteceu tentar fritar uma alheira de Mirandela e ela puro e simplesmente explodir na fritadeira? E as batatas fritas, de vez em quando ficam moles?

Pois bem, para umas fritadas de qualidade, aqui vão umas ideias.

As batatas fritas são dos alimentos mais consumidos no dia a dia de todos nós. Para que fiquem mais estaladiças, corte-as em ripas ou em rodelas. Depois de cortadas, deixe-as a marinar 10 minutos em água e vinagre. De seguida, escorra-as e passe-as por um pano seco. Quando as fritar, vai verificar que estarão mais estaladiças do que nunca.

Quanto às alheiras de Mirandela, o cozinhado por ser mais complicado. A fritadeira deve ter óleo suficiente para mergulhar as alheiras como se de batatas para fritar se tratasse.

De seguida, dê um corte em todo o cumprimento da alheira, pelo lado de fora. Picar e furar com um palito em toda a alheira também pode funcionar, mas aí a pele que reveste o interior da alheira já não vai sair. Quando o óleo estiver bem quente, mergulhe-as na fritadeira. Em 5 minutos estão prontas.

E quanto aos ovos? Quantos de nós se pode orgulhar de fritar ovos sem os partir? Ao contrário do que muitos possam imaginar, o ovo depois de frito não rebenta somente por causa do mau jeito com que é retirado da frigideira. O truque está na forma como parte a casca. Parta-a com a ajuda de uma faca e frite o ovo numa frigideira anti-aderente com azeite. No final, ajude com uma escumadeira.

Quando fritar bifes, utilize apenas azeite e um nó de manteiga (evite o óleo). A frigideira tem de ser anti-aderente para não queimar as pontas do bife. Aproveite e acrescente um bocadinho pequeno de água fria. O molho vai ficar macio e delicioso.

Pequenos truques fazem fantásticos cozinhados. O segredo pode afinal não estar no cozinheiro.


Carla Horta

Título: Como se frita isto e aquilo?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Loimere

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 04:31:29

    Muito bom! Tenho usado o azeite para fritar certos alimentos e tenho observado o sabor que é mais gostoso e o benefício(utilizando, claro, pouco na hora de fritar). Estou amando cozinhar assim!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    16-09-2012 às 13:07:39

    quem não sabe que os fritos fazem muito mal? é um atentado às nossas veias e ao nosso coração. eu já não como fritos à imenso tempo. a única coisa que comia frita era salsichas, mas desde que tive uma péssima digestão com estas deixei mesmo de comer. a minha alimentação passa sobretudo por assados, quando não visito a famosa loja de hambúrgueres. gosto do seu texto, mas prefiro o tema top.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMadalena

    23-07-2012 às 12:10:17

    Existem muitas receitas que tipicamente são feitas com fritura e que nos dias de hoje se descobriu que também se podem fazer no forno. É muito mais saudável e para além disso muitas destas receitas impedem que os alimentos “rebentem” como acontece nas frigideiras. Alguns salgados, por exemplo são prova disso mesmo. Faço por exemplo os douradinhos que os miúdos tanto gostam no forno.
    Até mesmo alguns dos famosos fritos de Natal podem ser feitos no forno. Para ganhar um aspeto brilhante como os fritos, podemos sempre pincelar com ovo. Enquanto se puder fugir dos fritos, mas fazendo o gosto à barriga, eu opto.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoPatrícia

    19-07-2012 às 12:42:26

    Sou uma cozinheira de mão cheia. Cozido á Portuguesa, ou Pezinhos de Coentrada, ou até as francesinhas mais complicadas me saem bem, mas os ovos estrelados saem-me sempre partidos. Não é de todo uma questão de jeito nem de falta dele, é “daquelas” coisas que não conseguimos fazer. Frigideiras anti aderentes foi coisa que sempre tive e as escumadeiras até as tenho de celicone e de metal. Só me falta mesmo experimentar a dica de partir os ovos com a faca, pois tenho o antigo habito de os partir na pontinha na frigideira. Será que sou a única com o dilema dos ovos a cavalo?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEmanuel

    12-07-2012 às 11:34:33

    Achei engraçado o troque das batatas mais estaladiças. Por acaso já me tinha perguntado porque é que em alguns sítios se comiam batatas mais estaladiças do que noutros. Em casa, só as congeladas ficavam assim, mas o interior muitas vezes parece quase oco. Experimentei esta técnica do vinagre na água e depois secá-las antes de as fritar e deu mesmo resultado.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCatarina

    12-07-2012 às 11:34:15

    É curioso as dicas que aqui são dadas. Adoro Alheira de Mirandela, mas acabo sempre por comê-las fora de casa, pois nunca consegui que a fritura em casa saísse como deve ser. Comê-las fora de casa sem saber em que óleo são fritas é ainda menos saudável que comê-las em casa. Literalmente o que me acontece é um rebentamento de alheira no meio da frigideira, que com todo o óleo que lá está, não abre o apetite a ninguém. Estão explicadas as técnicas e agora falta experimentar. Claro que fritos fazem mal, mas um pequeno pecado de vez em quando adoça a vida.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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