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Recuperadores de calor

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Máquinas
Visitas: 2
Recuperadores de calor

Cada vez mais pessoas estão a investir em recuperadores de calor para satisfazer as suas necessidades de aquecimento. Além de serem atrativos e tornarem o seu lar mais acolhedor, os recuperadores de calor são “amigos do ambiente” e podem fazer com que consiga grandes poupanças no que toca aos seus gastos com energia.

No entanto, se estiver a pensar em comprar um recuperador de calor para a sua casa ou se comprar uma casa já equipada com um recuperador de calor, tenha em atenção o seguinte:

- O fogo representa sempre um perigo, e por isso não deve nunca subestimar o quão devastador pode ser um incêndio com origem numa lareira ou num recuperador de calor.

- Um equipamento desta natureza mal montado representa um risco acrescido em termos de intoxicação por monóxido de carbono, por isso certifique-se de que as pessoas que vão fazer a instalação do seu recuperador são técnicos devidamente habilitados para o efeito.

- Se a instalação não for realizada por técnicos habilitados, poderá também vir a ter problemas com o seguro da casa em caso de incêndio (ou outro acidente) provocado pela má instalação do seu recuperador de calor.

Na hora de comprar um recuperador de calor, deve também ter em conta os seguintes aspetos:

- Se o recuperador for para ser instalado numa cavidade de uma lareira já existente, então deve verificar todas as medidas de forma a comprar um recuperador que depois encaixe no sítio que você pretende.

- Quanto ao preço, deve sempre certificar-se de que o valor orçamentado já inclui a instalação, de forma a não ter uma surpresa desagradável na hora de saldar a dívida. Pelas razões já referidas anteriormente não deve deixar a instalação a cargo de um amigo ou conhecido.

- Não caia na tentação de comprar um recuperador dos mais caros e depois poupar na instalação recorrendo a um amigo. Mais vale comprar um recuperador um pouco mais barato e pagar a instalação por um técnico habilitado. No final irá gastar o mesmo dinheiro, mas ao escolher a segunda opção estará a proteger-se a si, à sua família, aos seus bens patrimoniais e a todas as pessoas que o rodeiam.

Nestas questões o risco não compensa.



Carlos Vieira

Título: Recuperadores de calor

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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784 

Imagem por: Velo Steve

Comentários - Recuperadores de calor

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Velo Steve

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