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Evite um Incêndio na sua Casa

Categoria: Segurança
Comentários: 1
Evite um Incêndio na sua Casa

A nossa casa é o nosso castelo. Tudo pode correr mal, o trabalho, a vida lá fora, o trânsito, o carro e os transportes, as compras, enfim, um milhão de coisas que temos de enfrentar na nossa vida na sociedade, mas quando chega ao fim do dia, a sensação é igual em todos nós. Só queremos voltar para casa.

É o nosso refúgio, o nosso cantinho (mesmo que seja uma casa enorme), enfim, o nosso porto de abrigo. Protegemo-lo de todas as formas e em todas as situações e temos assegurado em companhias de seguros tanto as paredes e o tecto, como todo o recheio que nela também habita. A nossa casa é o nosso espaço e todo o mobiliário e objectos que colocamos nas prateleiras das nossas estantes contam histórias de viagens, amigos, convívios entre tantas outras coisas.

A nossa casa é o nosso mundo e sem ela sentimo-nos despidos. Apesar de todo o amor que sentimos pelo nosso espaço, muitas são as vezes em que fazemos coisas ou temos atitudes que colocam em risco a nossa habitação. Os casos dos incêndios são causados muitas vezes por acidentes absurdos em que os culpados somos nós.

Apesar de termos toda a casa e recheio no seguro, na eventualidade de existir um incêndio, aquilo que vai queimar-se são memórias e lembranças da nossa vida. O que fazer então para evitar que este tipo de situações aconteçam? A resposta é simples, e acredito que no fundo todos sabemos responder a algumas delas.

Nunca deixe panelas ao lume enquanto não está por perto. Se acabar de fritar batatas e se esquecer da fritadeira acesa, não coloque água para extinguir o fogo. Coloque uma tampa de baixo para o lado, pois a falta de oxigénio podem extinguir o fogo que se faz sentir na panela.

Nunca coloque aquecedores a gás perto de janelas ou em correntes de ar. A chama pode desviar-se e apanhar um tapete ou um cortinado.

Também os fios de aparelhos podem causar incêndios. Nunca utilize aparelhos cujo fio esteja danificado.

Sabemos que no inverno a tentação de secar algumas peças de roupa no aquecedor é muita, mais ainda nos dias chuvosos, mas atenção ao que está a fazer. A roupa pode ficar esquecida e aquece demasiado causando um incêndio.

Um incêndio propaga-se muito rapidamente. No entanto se acha que o consegue dominar, a melhor forma e molhar uma toalha e tentar assim apagar o fogo.

Se não o consegue controlar, saia sem utilizar elevadores. Avise os vizinhos e os bombeiros. Se for rápido, pode ser que o incêndio fique controlado sem grandes danos.


Carla Horta

Título: Evite um Incêndio na sua Casa

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Eddi 07

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 05:36:24

    Deve-se tomar bastante cuidado com os fios descascados. Às vezes, se quer fazer economia, mas o essencial é a segurança de todos.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Evite um Incêndio na sua Casa

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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