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Segurança com botijas de gás

Categoria: Segurança
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Comentários: 4
Segurança com botijas de gás

A maioria das famílias ainda utiliza botijas de gás em suas casas devido à sua importância, que é fornecer combustível para que o fogão trabalhe. Sendo uma botija de gás uma fonte de combustível, pode vir a causar eventuais perigos caso não seja utilizada correctamente ou caso não seja colocado em prática determinadas medidas de segurança.

Verifique algumas dicas de segurança com botijas de gás:

Cuidados na compra da botija

Ao comprar uma botija de gás não aceite botijas enferrujadas, que tenham a base danificada ou que estejam muito amassadas. As botija é formada por uma chapa de ferro que apesar de ter um aspecto bastante forte e resistente, não deve ser amassada, rebolar no chão ou bater em outros objectos. O transporte incorrecto desta pode abrir alguma fissura na mesma e expor as pessoas a grandes perigos.
Procure transportar a botija para o carro, ou caso esta seja entregue em casa, da carrinha para o local onde a mesma é guardada, através de um carrinho de próprio ou peça ajuda ao funcionário para carrega-la juntamente com você.
Nunca compre botijas a vendedores clandestinos e confirme sempre a identificação da companhia do gás no rótulo e no corpo da botija. Também deve sempre verificar se o anel de vedação está em bom estado.
A botija deve ser guardado num local com boa ventilação, limpo, protegidos contra a chuva, sol e outras fontes de calor.

Substituição da botija

Na hora de substituir a botija de gás verifique sempre se o fogão não está ligado, nunca deve realizar a troca na presença de qualquer chamas, faiscas ou brasas. Coloque sempre a botija na vertical e nunca deitada.
Retire o lacre da botija e o regulador da botija vazia. Para tal utilize somente as mão e nunca ferramentas como o alicate. Encaixe o regulador na botija nova girando-o em sentido dos ponteiros do relógio.
Ao efectuar a troca verifique sempre o prazo de validade e o estado da mangueira e do regulador. Tanto a mangueira como o regulador tem um prazo de validade de 5 anos. A mangueira não deve passar por trás do fogão.

Confirme se não existe nenhuma fuga, para tal passe espuma de sabão ou do detergente da loiça na rosca do regulador. Se houver vazamento, irá formar-se bolhas na espuma. Caso identifique alguma fuga, feche o regulador, afaste as pessoas que se encontram no local, desligue a electricidade e telefone para a empresa que lhe forneceu o gás. Esta enviará um técnico para averiguar o eventual problema.

Não se esqueça que as botijas de gás devem ser manuseadas com cuidado, evitando que caiam ou sofram pancadas e não devem estar perto do fogão, mas sim fora de casa.

Siga estas sugestões e previna eventuais problemas!


Rua Direita

Título: Segurança com botijas de gás

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-05-2014 às 05:57:24

    Todas as precauções acima citadas na segurança para com as botijas de gás são bem válidas. Também é bom lembrar que seja fechado a chave para não fugir gás, o que poderá ocasionar perigo.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • maria cristina rodrigues castro

    30-09-2013 às 23:27:49

    onde fica localizada o prazo de validade do registro do botijao de gas, ja procurei e nao encontrei. obrigada. o da mangueira ja vi pq vem escrito na propria mangueira.

    ¬ Responder
  • andre bunga

    13-08-2012 às 05:19:09

    falando da seguranca, e importante que todos nos sejamos supervisores da mesma e nunca confia-lo a terceiros.visto que cada um de nos e um activista de seguranca.em casa, no local de trabalho em fim em todas esferas socias.seguranca em primeiro e sempre.obrigado.

    ¬ Responder
  • PAULO ROBERTO DA COSTA E SILVAPAULO ROBERTO DA COSTA E SILVA

    13-05-2011 às 22:08:48

    valor da botija de 13 kilos unidades
    quantidades 500

    ¬ Responder

Comentários - Segurança com botijas de gás

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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