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Uma gravidez com segurança

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Segurança
Comentários: 1
Uma gravidez com segurança

A segurança é um tema que interessa a todos e em todos os níveis. A segurança no trabalho quer se trabalhe à secretária de um escritório ou no topo de um andaime, a segurança em casa quer se more nas alturas ou no rés do chão. A segurança acima de tudo. Um acidente pode causar-nos danos físicos e psicológicos, e muitas vezes passamos por perigos que nem damos por eles. Mas não é só desta segurança que devemos falar. Podemos falar na segurança pela nossa saúde, por exemplo. O que bebemos, as horas de sono, o stress e a alimentação cada vez mais absurda que fazemos. Em suma, os cuidados de cada um de nós devem ser cada vez maiores. No entanto, existem camadas que devem ser mais vigiados. Velhotes, crianças e grávidas.

As grávidas são mulheres mais especiais do que qualquer outra mulher. Uma grávida é sempre bonita, doce, ternurenta e erradia uma felicidade extra. Brilha! Mas, para se ser uma grávida brilhante, são necessárias medidas importantes para que a felicidade se prolongue até ao fim da gravidez e quando o bebé nascer.

Que o tabaco é prejudicial à saúde de qualquer um, numa mulher grávida, apresenta problemas acrescidos. O tabaco aumenta os riscos de aborto ou parto prematuro. Também pode fazer com que o bebé nasça com lábio luperíno. Segure-se sem fumar nenhum cigarro. Pode ser difícil, mas compensa.

Também o consumo de bebidas alcoólicas é prejudicial para o bebé. Sabia que dois copos de bebidas alcoólicas por dia farão com que o bebé nasça com total dependência do álcool? Claro que molhar os lábios num cálice de vinho do porto numa noite de festa não lhe farão mal nenhum.

Auto-medicação e falta de acompanhamento médico deveriam constituir crime nos dias que correm. Nenhuma grávida pode deixar de ser aconselhada por um médico durante todo o seu período de gestação. Qualquer mulher em Portugal tem esse direito. O estado oferece-lhe um Serviço Nacional de Saúde, que embora apresente falhas (como será normal em grandes instituições), protege as suas grávidas.

Segurança no carro! Se está grávida e conduz, saiba que só o vai poder fazer até certo ponto. Claro que ninguém duvida que o espaço que a barriga vai ocupar no final do tempo, lhe vai retirar capacidades, mas por uma questão de segurança não o faça. Um pequeno embate ou travagem pode provocar uma batidela na sua barriguinha.

Se trabalha e a sua decisão é fazê-lo até ir a corre para a maternidade, está no seu direito. A escolha é sempre sua! No entanto, terá de verificar a forma como o faz e onde o faz. Se o seu trabalho a obriga a ficar longos períodos de tempo, fale com o seu patrão para mudar provisoriamente de posto.

Nunca se esqueça que tem direitos enquanto grávida. Mantenha-se feliz e em segurança, afinal, a sua hora está a chegar.


Carla Horta

Título: Uma gravidez com segurança

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Ed Yourdon

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 06:01:14

    Uma vez grávida, a mãe precisa não mais pensar em si mesma, mas num ser que está dentro dela. Para isso, precisa cuidar da alimentação, das suas emoções, do que se faz, enfim, tudo será refletido no bebê.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Uma gravidez com segurança

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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