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Sedentarismo é tão perigoso quanto o cigarro

Categoria: Saúde
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Sedentarismo é tão perigoso quanto o cigarro

Conforme informações da BBC, adquiridas por meio de uma pesquisa feita por um grupo de cientistas de 16 países, o sedentarismo pode causar tantos problemas à saúde quanto o cigarro, podendo levar até a morte. Essas informações foram baseadas em dados constatados sobre os malefícios da falta de praticar exercícios.

Segundo os dados da pesquisa, aproximadamente 5,3 milhões de pessoas no mundo todo estão morrendo devido a doenças causadas pela falta de atividades físicas. Quantidade muito próxima à quantidade de mortes causada pelo cigarro.

Faça exercícios
As informações dessa pesquisa reuniram dados de 122 países, onde os cientistas constataram que as maiores causas de mortes era o câncer de mama e bexiga, diabetes do tipo 2 e complicações cardíacos.

Segundo os pesquisadores, basta uma rotina de 150 minutos por semana de exercícios físicos simples para combater o sedentarismo. Dividindo pelos 7 dias, são 20 minutos de atividades que podem melhorar significativamente sua saúde.

Se você se interessou em sair do sedentarismo, mas não tem tempo para correr na praça ou ir a uma academia, veja algumas dicas para fazer seus exercícios em sua própria casa em seus momentos livres.

Faça seus exercícios em casa e quando quiser

Segundo Cientistas da Universidade do Arizona, independente de você ter uma prática de exercícios de 30 minutos contínua ou em seções de 10 minutos 3 vezes, os benefícios para seus praticantes é semelhante, mostrando ser até melhor dividir a prática em seções durante o dia.

O estudo foi comprovado após a realização de um teste com dois grupos de voluntários sedentários. Ambos os grupos realizaram 3 exercícios diferentes. Um dos grupos fez um intensivo de 30 minutos de malhação. O outro grupo fez os exercícios com seções de 10 minutos para cada exercício. O resultado demonstrou que o grupo que separou os exercícios em seções, teve uma redução da pressão sanguínea e poucos picos de pressão alta em relação ao outro grupo.

Por essa atitude em prática não é difícil, pois em determinadas situações vale a pena descer alguns pontos de ônibus antes para caminhar um pouco, deixar o elevador de lado e utilizar as escadas ou ir à padaria ou mercado mais próximo andando.

Essas informações são para incentivar os sedentários e mostrar que pode ser mais fácil do que pensam praticar exercícios físicos diários. Quem faz a prática de exercícios contínua, sem dividir em seções, não deve achar que está errado, pois é também uma maneira correta de se exercitar.


Lucas Souza

Título: Sedentarismo é tão perigoso quanto o cigarro

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daiany Nascimento

    17-09-2012 às 12:18:07

    Gostei do texto. Sou fã dos artigos publicados pelos autores do ruadireta.com devido à variedade de temas que posso encontrar, além de que a maioria deles são muito ricos em conteúdo, como este! Parabéns autor pela sua dedicação, saiba que as dicas que encontrei aqui poderão me ajudar muito a encarar tanto os pequenos quanto os grandes fatos do dia a dia. Espero por novidades, pois sempre estou à procura de novos conhecimentos. Boa escrita!

    ¬ Responder

Comentários - Sedentarismo é tão perigoso quanto o cigarro

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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