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Regras para um sono revigorante

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 1
Regras para um sono revigorante

Dormir bem é uma máxima que ouvimos desde a infância e que incute a ideia que de que o sono é fundamental para a saúde. E, de facto é mesmo verdade.

Para além do óbvio papel passivo, retemperador em termos físicos e cognitivos, o sono tem, em especial no homem, uma funçao ativa de consolidação de memória.

Ao longo do tempo, os hábitos condições e necessidades vão mudando, provocando alterações no quotidiano, com impacto, também na forma e tempo de sono. Este vai progressivamente diminuindo, tornando-se fragmentado, com a idade.

Os idosos queixam-se, com frequência de perturbações de sono, que na realidade, são a normal progressão deste padrão natural, segundo a opinião de alguns neurologistas.

Tal facto pode ser devido à mudança de hábitos e ao uso e abuso de fármacos sedativos e hipnóticos, que contribuem para desregular o padrão do sono. Por outro lado, não existe nenhuma regra universal para o sono, este é individual e varia de pessoas para pessoa.
O paradigma de oito horas de sono trata-se apenas de uma média, não mais do que isso. O que acontece é que algumas pessoas recuperam energias com seis ou sete horas, outras necessitam imperiosamente de oito, nove ou dez horas, para ficar em forma.

Depois, ainda há pessoas mais noturnas, que se regem por outros horários, tornando-se difícil conciliar com outras, que acordam cedo e funcionam melhor de dia.

Seja qual for o padrão do sono, a verdade é que dormir pouco, ou não dormir convenientemente prejudica muito a qualidade de vida e a saúde em geral.

A sua privação repercute-se no funcionamento diurno, ocasionando dificuldades de cncentração, memorização e execução de tarefas que exigem precisão.

Além disso, são ainda lesivas na produtividade, qualidade e segurança social e familiar.
Mas, infelizmente os hábitos de deitar cedo e cedo erguer estão cada vez mais afastados da realidade porque o horário de deitar é cada vez mais tardio e o de levantar mais tarde.
Esta situação acontece também nas crianças, o que contribui para a quebra do rendimento escolar e hiperatividade.

Posto isto, as pessoas adormecem cada vez mais exaustas e acordam já cansadas.
Mas, não dormir convenientemente pode tornar-se grave e entrar inclusive no campo patológico. Daí resulta frequentemente perturbações ligadas a ansiedade ou depressão e apneia do sono, em que ocorrem pausas respiratórias durante a noite e baixa oxigenação cerebral.

A fim de minorizar estes problemas deve criar-se um ambiente adequado para dormir mais e com maior qualidade.

Para surtir o efeito desejado o quarto deve ser calmo, silencioso, obscurecido e com a temperatura ideal.

Estabelecer uma rotina para relaxar pode ajudar a desligar, como seja um banho tépido, ler um livro ou ouvir a música preferida.

Aos fins de semana o horário deve ser também mantido para não alterar o padrão do sono, pois este requer disciplina e um ritmo natural.

A regra essencial é assegurar sempre uma boa higiene de sono,comer alimentos leves ao jantar, ou dar um passeio antes de deitar.

Deste modo o sono é revigorado e permite um maior dinamismo para enfrentar as lides do dia a dia.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Regras para um sono revigorante

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTeresa Maria Batista Gil

    30-07-2012 às 11:44:45

    Quem não gosta de dormir um bom sono a fim de retemperar as forças?. De fato, dormir bem é o melhor modo de restabelecer as energias do corpo e da mente. Mas para isso é necessário ter um bom ambiente no quarto.O quarto deve estar em perfeitas condições ambientais para gerar um sono saudável. Este deve constar de oito horas diárias, para não deixar fluir o esgotamento nervoso tão típico da nossa era.Ter um quarto confortável, arejado e com luz ajuda a equilibrar as energias, indispensáveis à boa disposição e saúde do corpo e mente. Contribui para repousar e descansar o físico, que por sua vez repousa a mente.Nada pior para a saúde do que dormir mal de noite e não descansar.Com efeito, um sono revigorante é um dado importantíssimo que conduz á harmonia do corpo e da mente. Basta dormir bem para as defesas e energias serem completamente restabelecidas.Fazer refeições leves ao jantar, dar um passeio e conviver, ajudam a dormir melhor à noite. O excesso de televisão e vida demasiado caseira e sedentária são hábitos nocivos, para um sono revigorante.Ter hábitos saudáveis de vida, contribui muito para o cumprimento das funções vitais do organismo. Assim, o caminhar e fazer desporto com equilíbrio, ajuda a um acréscimo de saúde, ao invés de doença.Comer em demasia, frequentemente, e não fazer caminhadas ou andar de bicicleta três vezes por semana, podem contribuír muito para uma desarmonia e desiquilíbrio do organismo. Por isso, deve combater-se a preguiça de andar ou comer muito e não saír à noite.Para dormir bem de noite é necessário ter hábitos de higiene corporar e à mesa, bem como um ambiente acolhedor no quarto. Estes são requisitos importantes para dormir as horas necessárias ao bem-estar.A fim de restaurar as forças que se perdem ao longo do dia, é necessário eliminar as preocupações, na hora de dormir, substituindo-as por uma música suave, meditação ou leitura suave.O stress da vida quotidiana á cada vez mais agressivo, mas cabe a cada um substituí-lo por coisas que restaurem a harmonia e saúde do organismo. Com efeito há cada vez mais técnicas para adquirir essa harmonia. Basta arranjar aquela que é mais adaptada a cada um. pode ser por exemplo a meditação, ginástica, uso de mantras, ouvir música ou simplesmente conversar.

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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